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Como lidar com a intolerância, nossa e dos outros?

Como anda seu nível de intolerância? É duro lidar com pessoas incapazes de esperar ou fazer exercícios mínimos de empatia, não é verdade? E a gente mesmo, por uma razão ou outra, pode passar batida e deixar de agir de maneira positiva diante dos outros, o que prejudica a boa convivência social. Estamos muito intolerantes, e todos perdemos com isso! Essa foi a constatação de uma de nossas leitoras queridas, a Raphaele Santiago, de Recife.

Eu concordo com Rapha, e penso que a tolerância anda em baixa no convívio das pessoas. Se houver mais amadurecimento nesse sentido, vamos ser bem mais felizes. Todos os dias temos exemplos dessa falta, e isso torna o convívio entre as pessoas muito difícil, e as relações bastante fragilizadas. As pessoas criticam as outras gratuitamente, porque não sabem ver o lado bom que há em toda situação. Coisas pequenas no dia a dia, como por exemplo, deixar de respeitar uma fila, geram atritos e desconforto. O que Raphaele questiona é: como resgatar e exercitar a tolerância no dia a dia? Quem nos ajuda a chegar a uma solução para este dilema do cotidiano é a Psicóloga Elaine Sibinelli, de Campinas – SP. Acompanhe:

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Imagem: Ryan McGuire via Gratisography

A tolerância se faz necessária no dia a dia de todos nós, uma vez que somente através dela somos capazes de viver melhor e dentro dos limites da sociedade e do respeito ao próximo.

Mas, afinal, o que significa tolerância? Se consultarmos o dicionário, descobriremos um significado interessante da tolerância: suportar! Porém, podemos também ratificar esse significado considerando que dentro da Psicologia lidamos com pessoas. Por isso, entender e respeitar também faz parte da tolerância.

Considerando nossa relação e convívio com outras pessoas, é necessário incluirmos o respeito e o entendimento em primeiro plano. Afinal, não precisamos suportar, mas precisamos entender nosso próximo, entender que ele também – assim como nós – tem defeitos e sofre; precisamos respeitar e aceitar a individualidade, suas expectativas, sua maneira de lidar com os acontecimentos da vida, seu ritmo e seu tempo de aprendizado e assimilação dos fatos. Cada ser humano é ÚNICO, por isso cada um tem seu tempo de amadurecimento e seu ritmo.

Digo, sem dúvidas, que respeito e entendimento vêm do lar, são aprendizados que têm origem nos princípios e valores que nossos pais e familiares carregam consigo. São “raízes”, crenças centrais que nos acompanham durante toda a vida e que geralmente passa de geração para geração. De uma forma geral, todos nós buscamos nos aperfeiçoar durante a vida, assim como em nossos comportamentos, emocional e fisicamente, porém quando teimamos em sermos perfeitos começamos a colocar o senso de razão exclusivamente no que nós pensamos e fazemos; iniciamos, assim, o processo de inflexibilidade e intolerância.

De alguns anos para cá, alguns princípios e valores mudaram muito. O estresse da vida agitada eleva a irritação das pessoas, com o aumento do poder aquisitivo da população as pessoas infelizmente estão valorizando cada vez mais o objeto, os bens materiais, e deixando de perceber a importância das relações pessoais, da compreensão e da importância de um olhar diferenciado ao próximo.

Desta forma, com a crescente intolerância ao outro, nunca se falou tanto em direitos humanos e se praticou tão pouco. As consequências dessa intolerância, infelizmente, reforçam o crescimento de doenças de ordem mental, o forte estresse externo, a baixa qualidade de vida e até mesmo a baixa espiritualização, o que favorece cada vez mais que a pessoa se torne facilmente mais violenta.

Faz-se necessário e importante cada SER se perceber como único e responsável pelo bem-estar do próximo e da sociedade, afinal, estamos inseridos nela. Sermos tolerantes nos torna mais amáveis, possibilitando o convívio com o outro de uma forma mais harmoniosa.

A importância do diálogo é na maioria dos casos a melhor solução para não gerar conflitos, mas infelizmente nem sempre as pessoas estão dispostas a essa conversa conciliadora, uma vez que durante o diálogo se exige também a disponibilidade da escuta ao próximo.

Para quem busca se aperfeiçoar como ser humano num sentido emocional e no convívio em sociedade, a Psicologia é grande mestra neste aperfeiçoamento e autoconhecimento, possibilitando trabalhar a tolerância, o respeito ao próximo e muitas outras emoções e sentimentos que acompanham nossos comportamentos disfuncionais.

ELAINE SIBINELLI - PSICOLOGA - CAMPINAS

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Elaine atende na Av. Nossa Senhora da Consolação, 768, Jardim Aurélia – Campinas SP. Fones: (19) 3385-8241 ou (19) 99785-5505. Para mais informações junto à Psicóloga você ainda pode entrar em contato pelo e-mail sibinelllipsico@gmail.com. Ela também tem página do Facebook, onde há atualização de conteúdo sobre comportamento que, certamente, pode ajudar a todas nós. Clique aqui e curta!

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