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De hobby a trabalho: como ganhar dinheiro?

Quantas mulheres não levantam todos os dias pensando em como largar o emprego e dedicar-se a um trabalho onde elas façam o que realmente gostam? Melhor ainda seria poder trabalhar de casa, não é? Especialmente aquelas que são mães e alimentam o desejo de olhar de perto o crescimento da cria. Muitas têm no trabalho manual uma válvula de escape, que acalma e leva pra longe o cansaço do dia a dia. Na ânsia de querer unir o útil ao agradável, há sempre uma pergunta pairando no ar: seria possível fazer do artesanato uma fonte de renda? Como ganhar dinheiro fazendo do hobby um trabalho? Este post foi pensado para te dizer que, sim, é possível. E mais! Ele todo é um guia para você começar a trilhar o caminho das pedras. Não pense que é fácil, mas também não é nada do outro mundo. E quem te conta tudo isso com propriedade, e revela todos os segredos, é a RAINHA DA CHITA!

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Jê Souza Pereira, a Rainha da Chita, é uma moça bonita de trinta e poucos anos – ela não revela nem por decreto quantos são esses poucos anos a mais! – que nasceu em Mossóró, RN. Nordestina forte que só ela, foi morar nos EUA há mais de 13 anos com o amor de sua vida, e lá aprendeu a costurar com o objetivo de interagir com outras pessoas e aprender a língua, já que trabalhar formalmente não era possível naquele momento, porque seu visto de esposa não permitia. A costura, que no início era hobby, passou a ser mais que isso: virou terapia. Jê perdeu a sua mãe, e junto com ela o chão e a alegria de viver. Vieram a depressão e a síndrome do pânico, e o que sua terapeuta recomendou foi: use suas mãos! O poder das artes manuais resgatou essa bonita do fundo do poço e, aos poucos, a levou para um lugar que ela jamais imaginou. “Vender a minha arte não foi planejado. Aconteceu de uma forma rápida e motivadora. Quanto mais eu postava meus produtos mais as minhas amigas me perguntavam se era pra vender. Eu respondia que não. Afinal, era apenas um hobby para passar o meu tempo de uma forma agradável. E em uma determinada situação me vi passando o número de minha conta para depósito bancário e logo então abri a Dreams Factory by Jeane, minha loja virtual nos USA que vendia para o mundo inteiro. Fiz envios para o Brasil, vários países da Europa e Japão”, conta a Jê.

Apaixonada pelas coisas da terra natal, Jê é um exemplo clássico dos que saem do Nordeste, mas a região permanece na essência deles. Em suas artes, num peça ou outra, há a presença da chita, um tecido superultramega colorido que é a cara do Nordeste brasileiro: cheio de cores e nuances culturais nos 9 estados da região, de paisagens belíssimas e culinária das mais gostosas. Foi daí que veio o carinhoso título Rainha da Chita, que ela ganhou depois de sua popularidade vendendo suas artes pela internet.

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Trololó de Mulher: Você sempre usou a internet para divulgar os seus produtos?

Minhas vendas e divulgação eram 100% feitas na internet. Posso contar nos dedos as vezes que vendi para familiares e amigos próximos. Sou capaz de afirmar que eles nunca acreditaram muito “que o meu hobby tinha se tornado o meu trabalho”. Acho que esse detalhe me fez amadurecer me motivando a conquistar um público que eu desconhecia. Aprendi a não vender para familiares e amigos próximos.”

TMulher: Depois que já atuava produzindo e vendendo seus produtos, a preocupação com a capacitação constante e com o desenvolvimento de novidades existia?

A cada final de semana eu conversava com meu marido, que foi quem mais acreditou na minha arte e na minha empresa, e dizia que notava o quanto novidades vendem fácil. Bastava postar e na hora acertava 2 a 3 vendas. Então, eu me disciplinava para CRIAR algo novo uma vez por semana. Não digo que todas as tentativas seguiam as regras de vendas garantidas. Mas, eu oferecia novidades ao meu público com frequência. O engraçado é que muitas vezes essa novidade partia da ideia do meu cliente.”

TM: Dá, de fato, para ter retorno financeiro com a venda de artesanato pela internet?

Muito. Basta comprar de uma forma inteligente. A questão não é quanto eu posso ganhar e, sim, quanto eu devo gastar. É isso que tento passar para as minhas artesãs que me acompanham diariamente. Não posso vender uma necessaire de R$ 35,00 e ir à loja para comprar um botão, mas voltar com a mala do carro cheia de “fofurices”. Isso é trabalho! Eu preciso ser cautelosa nas compras. Se eu preciso apenas de um botão, compro somente o botão. Passei muitos anos indo a loja comprar 1/4 de metro de tecido com a estampa da encomenda. Depois de ver que a estampa fazia sucesso, eu comprava o rolo inteiro. Cada vez que eu precisava de uma ferramenta mais cara, separava do meu lucro para investir, e não me fazia de boba usando o meu orçamento doméstico.”

TM: Você indica alguma plataforma onde seja possível criar uma loja virtual?

Aqui nos USA usava o Etsy. Mas, a melhor plataforma sempre será a nossa fan page do facebook. Para cobrar pagamento, sugiro o uso do depósito bancário, paypal e money order (bem conhecido nos USA).”

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TM: O que é fundamental para uma pessoa começar um negócio próprio?

“Equilíbrio. Temos que entender que será o nosso trabalho, e que precisamos do retorno financeiro. Eu começo a gastar quando começar a ganhar, certo? Então, não tenha medo (ou vergonha) de expor o seu começo, o que você tem para usar. Seja firme e diga “ainda não trabalho com esse material.”

Com o negócio prosperando, Jê mudou. De costureira e vendedora das próprias artes pela internet, essa moça desbravadora e de espírito reconhecidamente empreendedor se viu atuando como professora de costura e consultora de negócios craft, e tudo online, de casa, ainda na linha do que tanto ama fazer. Jê é a prova viva de que é possível mesmo unir o útil ao agradável, agora focando em ensinar SUAS ARTEIRAS a “possibilidade de construir e acreditar na arte”, como ela tanto enfatiza em seu dia a dia na Dreams Factory. Através de vídeos postados diariamente, Jê ensina o passo-a-passo de várias técnicas de costura e vai além, dá dicas, conselhos e orientações sobre como suas arteiras podem melhorar a gestão de seus negócios, obterem lucro, expor seus produtos, cativarem os seus clientes. Tudo isso é feito de forma bastante didática, numa metodologia “gente da gente”, e certamente foi o que garantiu o sucesso estrondoso que a Jê vem fazendo junto a quem tanto ama a costura, e sonha em fazer disso uma fonte de renda.

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Produtos confeccionados pela Jê, sempre com a presença da chita, tecido pelo qual é apaixonada e que não deixa que ela esqueça suas origens.

Trololó de Mulher: Como artesã, você mudou o foco do seu trabalho: passou a ensinar o que sabe, gratuitamente, para outras pessoas amantes da costura. Por que houve essa guinada?

“Mudei. No ano passado vi que eu precisava me ocupar com um hobby porque o cansaço das encomendas estava sobrecarregando meus ombros e a minha mente. A costura já era o meu trabalho, que antes era o meu hobby, então me comprometi a voltar a usar a costura como hobby, e sem compromisso, de forma que pudesse me trazer prazer. Foi por isso que veio a ideia de gravar os PAPs (passo a paso) de minhas peças, que são 100% técnicas de minha autoria. Eu nem tinha tempo para divulgar o canal, e muitas artesãs começaram a entrar em contato, mas o meu tempo era muito curto para responder, e eu me sentia mal por isso. Esse contato foi chegando de uma forma desenfreada apenas de agradecimentos e fotos dos “meus produtos feitos”. Era surreal! As perguntas quase não existiam. Nenhuma dúvida. Eram apenas “muito obrigada, eu consegui confeccionar”. Nunca tive medo de expor o meu jeito de fazer. Hoje chamo “técnica da Rainha da Chita”. Pra mim é funcional e eu digo “com certeza vai funcionar pra você também”. Eu não tinha nem 300 seguidores quando a marca da máquina que uso entrou em contato elogiando minha didática e a minha desenvoltura com o público. Caí pra trás. Também falaram sobre a proposta de como poderíamos trabalhar em parceria. Dali em diante me vi fazendo os vídeos com mais frequência e vibrando com cada 100 novos seguidores. Em dezembro do ano passado eu estava exausta, creio que vendi mais de 200 toalhas bordadas, mais de 20 kits de bolsas, e já estava fazendo 3 vídeos semanais. Eu chegava ao ponto de tirar minha loja virtual do ar para não vender. Eu pedia as minhas clientes para não comprar mais. Parei para pensar e planejar a mudança que poderia acontecer dentro de 6 meses. Sentindo o medo saltar da boca do meu estômago, em 3 meses fechei a minha empresa de encomendas. Bem antes do planejado. Passei a apostar em ganhar dinheiro das empresas que me achavam uma boa formadora de opinião. Digamos, que mais uma vez, o meu hobby virou trabalho. Mas, agora com uma cautela maior e menos pressão na produção. O contato com o público cresceu, o retorno financeiro vem acontecendo sem que eu precise vender minha opinião. Vendo o que comprei e uso. Entendeu? Vendo indiretamente o que já usava para confeccionar meus produtos.”

TMulher: Uma coisa é desenvolver um hobby de vez em quando, outra bem diferente é fazer disso uma atividade profissional. Envolver-se com a costura em tempo integral, como você faz e, ainda assim, ter satisfação… isso é condição básica para que um negócio possa dar certo? É preciso amar tanto o hobby a ponto de permití-lo integralmente na vida?

O amor pelo o hobby será uma grande parcela para o seu sucesso. Não digo que devemos inseri-lo em tempo integral em nossa vida. Tenha seu espaço para viver. Cuidar da família, da casa, do seu bem estar e dos amigos também. Uma noite de vinhos é a minha certeza de um dia seguinte mais produtivo.”

TM: Todo negócio, por menor que seja, exige algum planejamento. O que você diria para suas arteiras nesse sentido?

Novamente falo do equilíbrio. É preciso muita responsabilidade para aprender mais sobre o seu hobby, para fazê-lo todos os dias e ver a melhor forma, com planejamento, para que possa se tornar o seu trabalho. É preciso levar isso com seriedade, e ter horários para cumprir. Se eu trabalho de casa eu tenho o privilegio de escolher minha planilha de horários. Não importa se por conta das crianças e meus afazeres domésticos disponho de apenas duas horas diárias, então que eu eu seja produtiva nesse horário e trabalhe com intensidade. E não esqueça: o maior incentivador sempre será você mesma. Organize-se a sua maneira.”

TM: Ao fazer uma pesquisa de mercado para entendê-lo, e também a concorrência, o que você julga importante suas arteiras observarem?

“Eu costumo orientar para esquecer a concorrência. Ela nos limita e nos escraviza fazendo com que o nosso trabalho se torne chato. Se todo mundo está confeccionando a “necessaire redonda” eu posso oferecer a minha cliente a “necessaire quadrada”. É a liberdade para criar e sem ter medo de expor. É a humildade de aceitar que é possível que você não seja a escolhida para confeccionar a necessaire da moda para o seu cliente. Se arrisque mostrando o seu diferencial.”

TM: Existem, de fato, muitas costureiras buscando um lugar ao sol para vender seus produtos. Qual conselho você dá a suas arteiras quanto aos diferenciais que garantem demanda de compra para suas artes?

“O nosso lugar ao sol conquistamos logo que nascemos. Esse foi o presente de Deus. O nosso lugar no mercado, como profissional, vai depender da sua persistência e criatividade. Não imponha limites para si mesma fazendo “o que todo mundo está fazendo”. Esse não é o segredo para boas vendas. Liberte a sua criatividade. Vença seus limites.”

TM: Estar atenta a experiência de outros profissionais empreendedores é uma boa ideia?

“Sim e não. Sim, porque devemos olhar para aqueles que julgamos no momento ser maiores que nós com admiração. Isso vai nos fazer querer crescer para conseguir o mesmo. Quem sabe até um pouco mais? Todas nós somos capazes. Não, porque às vezes é dificil separar o sentimento que alguns podem entender como inveja (palavra descartada do meu dicionário). Muitas pessoas não se sentem admiradas e, sim, invejadas. É confuso. É algo que apenas se sente e demora a ser entendido.”

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TM: Todo início de negócio, em geral, exige mais tempo e dinheiro investido do que retorno. Quanto tempo você julga razoável que suas arteiras façam esse investimento, e analisem se o negócio tem potencial?

Invista o mínimo que puder para que esse retorno apareça tão rápido como esperado. Aqui estamos falando de artesanatos e vendas na internet. Então, eu não preciso abrir as portas do meu ateliê para o meu cliente. Com agulha, linha, feltro e dedicação eu posso começar a fazer dinheiro. Invista quando vender.”

TM: Como empreendedora do próprio hobby que você é, qual foi o seu maior desafio?

O desafio é diário. Se ele deixar de existir, com isso vai morrer o amor em querer mais. Eu sempre devo sentir medo de não responder a expectativa do meu público, que poderá ser o meu futuro cliente. A segurança limita a nossa criatividade. É preciso errar infinitas vezes para acertar o produto certo e de boa aceitação.”

TM: Como calcular um investimento “pé-no-chão” de modo que suas arteiras não façam mais do que é indicado, sobretudo para quem está iniciando?

“Rá. Creio que me agarrei ao equilíbro (novamente). Fazer cálculos é muito difícil no começo. Pra mim nunca funcionou a tabela tão famosa de multiplicar por três. Imagine uma empresa que vende peças de vidro quanto ganharia com essa conta ? NADA. Vidro é muito barato. Então, eles cobram pelo o design da peça. Eu compro quanto eu poderia pagar também. Você não vende material. Você vende ideias, transformações e principalmente o seu tempo. O artesanato é lucrativo.”

TM: Em que medida ser uma pessoa organizada pode fazer diferença quando se quer empreender com artesanato?

É fundamental a sua organização com o seu tempo no trabalho. Não é fácil mesmo trabalhar de casa: o telefone toca, a vizinha chega, a amiga mandou mensagem, a comida precisa ser feita. Mas é preciso lembrar que no espaço de tempo determinado por você haverá dedicação ao seu trabalho, e não a sua casa. Cansei de ver a minha família reclamar “mas, eu liguei mais cedo e você não atendeu” e eu novamente lembrando “Pois é, eu estava no trabalho”. Organize-se para ser produtiva pois, de outra forma, você vai se demitir por justa causa. Respeite o seu tempo fazendo um bom uso dele.”

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TM: Quais as ferramentas de divulgação do trabalho você considera muito importantes?

Você tem que se expor da melhor maneira possível na internet. Isso mesmo, além de mostrar a sua arte, se mostre. Essa é a diferença que vai fazer com que o seu futuro cliente acredite no que vai receber em casa. A cada dia uma foto nova, um detalhe, um pedaço do seu espaço de trabalho. Se mostre para o mundo TODOS OS DIAS.”

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Imagens do atelier da Jê, onde ela cria suas artes e grava vídeos para compartilhar experiências, dicas e tudo o mais.

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Nem tudo são flores quando se empreende o trabalho do coração. Há ônus e bônus, e Jê orienta sobre como manter-se motivada e de bem com a vida nesse processo, estando atenta aos exageros quando se dedica a trabalhar com o que se ama, e quando é hora de ter cautela.

Trololó de Mulher: Como manter-se motivada e firme no propósito de levar a sério o que faz?

“O amor pela arte e aprender a lidar com a realidade. Para cada SIM eu levo antes muitos NÃO(s). Aceitar que a minha luta é diária faz com que eu me mantenha firme e disposta a conquistar novos desafios para com o meu trabalho.”

TMulher: Na ânsia de fazer o negócio dar certo, como evitar a compulsão pelo trabalho?

“Isso é fato. Muitas vezes me pego trabalhando quando já estou pronta para dormir, me vejo motivada a responder aquela última dúvida da minha arteira. Me vejo motivada a concluir o texto do vídeo que será liberado pela manhã. Compulsão ou amor ? Mas também me vejo motivada a sair para relaxar, e tomar meu vinho todas as sextas com meu esposo, e algumas vezes com amigos.”

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TM: Como avaliar se o negócio está dando algum retorno?

“Depende do que você espera. Muitos trabalhos vão te dar retorno financeiro rápido e pouca satisfação. Outros trabalhos vão te dar muita satisfação e pouco retorno financeiro. O importante é que venha os dois na medida certa e esse é o seu dever para conquistar “retorno financeiro e satisfação.”

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“Seja o SAC da sua empresa, ninguém poderá descrever sobre o seu produto melhor que você. Então, faça isso da melhor maneira possível. Ainda que não feche a compra dessa vez, você deixa no cliente a vontade de voltar para uma nova consulta, e dessa vez para fechar a compra. O cliente a procurou por querer um produto diferenciado, então ofereça todo esse suporte a ele.”

“O acabamento do seu produto e detalhes em embalagens e cheiros. Ganhe seu cliente com o que você gostaria de receber em sua compras: uma embalagem bem feita, um chocolate, um sachê, um cartão de muito obrigada. Detalhes.”

Trololó de Mulher: Uma frase para encerrar o nosso bate-papo?

“Possibilidades para construir e acreditar na sua arte.”

Jê está espalhada pela internet e você pode vê-la nos lugares mais agitados. Confira o que essa moça vem desenvolvendo, aprenda muito mais com ela e comece a trilhar o seu caminho também, fazendo de suas habilidades manuais um meio para ganhar o seu sustento. Impossível não é… e pra começar: curta a fanpage Dreams Facotory no Facebook, acompanhe o blog da Jê e inscreva-se no canal da Jê no Youtube, re-ple-to de vídeos com PAPs, dicas e muito mais.

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3 comentários sobre “De hobby a trabalho: como ganhar dinheiro?”

  1. Ana Claudia Pereira Silva comentou:

    Adorei suas dicas, vou coloca-las em prática. Beijo.

  2. ALINE RUIVO comentou:

    Adorei a entrevista. Sigo a Jê no canal do YOUTUBE e no FB.
    Me divirto com a sua linguagem “gente como a gente”.
    Obrigada pelas dicas!
    Abraços, da Aline Ruivo.

  3. Adriana Galvão comentou:

    Adorei a entrevista… uma das matérias mais completas que já li. Um beijo pra duas.. Je e Lidi.

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