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Hipertensão Gestacional: entenda tudo de um jeito simples.

Hipertensão Gestacional causa uma série de problemas para mamãe e bebê. Sendo um perigo para ambos, é preciso estar bem informada sobre as alterações que esse mal pode causar, e tomar os devidos cuidados o quanto antes. Para isso, você já sabe que pode contar com o Trololó de Mulher e, desta vez, não seria diferente. Se você estiver grávida ou conhecer uma mamãe barrigudinha em seus círculos, ficará a par das informações básicas e necessárias sobre esse problema, o que é muito bom, concorda?

Nossa consultora é nova por aqui, e desde já é muito querida no espaço. Trata-se da Dra. Lívia A. Vieira, Médica Ginecologista e Obstetra, de São José do Rio Preto-SP. Ela tirou todas as nossas dúvidas, o que resultou no que você verá a seguir… informe-se e fique a atenta a mudanças perigosas no curso da gestão que podem custar a vida de mãe e bebê. Vem!

Quando há a hipertensão na gestação, é preciso acender o sinal de alerta. Toda uma série de consequências são desencadeadas por conta disso, “em casos mais graves há o desenvolvimento da Pré-eclâmpsia, quando associado ao quadro de aumento da pressão arterial temos edema (inchaço) generalizado e intenso (visto pelo aumento de peso súbito). Nesses casos, também é comum haver perda de proteína pela urina, insuficiência renal e hepática. Caso não haja melhora, o quadro pode evoluir para Eclâmpsia, que consiste em convulsões generalizadas e é a principal causa de morte materna e perinatal” explica a médica.

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Imagem: Ⅿeagan / Foter / CC BY

GRAVIDEZ-GESTACAO-HIPERTENSAO GESTACIONAL-PRESSAO ALTA-SAUDE[2]

Os males da pressão alta alteram todo o ambiente uterino, e o feto sofre consequências diretas. Segunda a Dra. Livia, “o bebê pode ser afetado diretamente pelo baixo fluxo de sangue que chega até ele, resultando em restrição de crescimento, diminuição de líquido amniótico, prematuridade e até casos extremos de descolamento de placenta com grande chance de óbito materno e fetal”, conclui. É preciso que se diga que essa mal, o da hipertensão arterial, pode ser algo crônico, quando a mamãe já sofria desse problema antes mesmo de engravidar, ou algo adquirido quando engravida. Neste último caso, é o que se chama Hipertensão Gestacional, desenvolvida após a 20ª semana da gestação. “A origem da Hipertensão Gestacional é desconhecida, mas alguns fatores tentam explicá-la: invasão inadequada da placenta na parede do útero (dificultando o fluxo adequado de sangue da mãe para o feto), fatores imunológicos (do sistema de defesa da mãe contra o bebê), lesões dos vasos sanguíneos, predisposição genética (história familiar de hipertensão gestacional), fatores nutricionais (deficiências nutricionais ainda em estudo) e estresse”, esclarece a Ginecologista.

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Não dispomos de meios satisfatórios para prevenção primária da Hipertensão Gestacional. Mas em casos em que ela já foi diagnosticada, um correto acompanhamento pré-natal e tratamento eficiente podem prevenir maiores complicações. O momento do parto depende das condições clínica e laboratorial maternas, da idade gestacional e das condições fetais. Sendo a via de parto, cesárea ou normal, também individualizadas.”

GINECOLOGIA-OBSTETRICIA-DRA LIVIA VIEIRA-SAO JOSE RIO PRETO-SP

Dra. Lívia também atualiza uma página no Facebook constantemente, toda ela repleta de informação útil para saúde da mulher antes, durante e após a gestação. Eu, que não sou boba nem nada, já curti. Vem também? Clica aqui, curta e informe-se!

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