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Dri… de volta pra Finlândia.

Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe. Onde é melhor estar? Na Finlândia ou no Brasil? Adriana Minhoto, a bonita que nos conta tudo sobre a aventura de morar num país tão frio e distante, esteve nos dois mundos em um breve espaço de tempo. A viagem de visita ao Brasil para ver família e amigos, e depois o retorno para a friolândia, foi um evento suficiente o bastante para dar um nó nos sentimentos e percepções da nossa querida. Além do mais, Dri percebeu o que antes talvez parecesse impossível: ela até que curte ficar sozinha… entenda o porquê disso, e muito mais sobre a visão da Dri a respeito do Brasil depois de ter vivido na Finlândia, e da Finlândia, depois de ter visitado o Brasil. Se joga!

Depois de seis meses morando aqui na Finlândia, fui passar um tempinho no Brasil para ver a família, os amigos, e matar a saudade da comida e do clima tropical. Aproveitei que o marido foi viajar pelo mestrado e imprimi minha tão sonhada passagem.

Cheguei no Brasil em uma sexta feira, final de fevereiro, com duas meias, duas calças, blusa, malha, casacão, uma mala de 26 kilos e muita saudade. Já no aeroporto consegui matar a saudade dos meus pais e das cachorrinhas, e me livrei de uma meia, uma calça, o casaco e a malha! Não me levem a mal pela quantidade de roupa, mas saí da Finlândia com 2 graus, e cheguei no Brasil com 25 graus.

Por alguns momentos devo ter parecido estranha e até acho que me senti estranha. Mesmo feliz por estar em casa e com minha família, eu queria ficar sozinha. Não me levem a mal, mas depois de tanto tempo sem conviver com quase ninguém, a gente acaba acostumando, e às vezes são necessários alguns minutos em silêncio em nossa companhia apenas.

Logo que cheguei, fiquei algumas semanas na casa dos meus pais, no litoral de São Paulo, então não estranhei muito a quantidade de pessoas por metro quadrado, mas quando fui ficar umas semanas na capital, no começo estranhei.

LITORAL SAO PAULO

Na grande São Paulo vivem 22 milhões de pessoas e na grande Helsinki vivem apenas 1 milhão. Pensa na diferença! Mas quem é de cidade grande nunca esquece como é a bagunça e logo me acostumei… rs…

Pois bem, depois de matar a saudade de quase tudo e todos, voltei para Finlândia. Juro que quando cheguei, uma segunda feira de noite (lá para as 19h) ainda tinha sol! Oi, sol finlandês! Quanto tempo!

As semanas que se seguiram foram estranhas. Muitas vezes senti que minha viagem ao Brasil tinha sido apenas um sonho… Que apenas eu tinha dormido e acordado no dia seguinte em terras finlandesas. Minha casa, minha cama, minhas coisas… Bem estranho. Mas a saudade que já começava a habitar meu coração me mostrava que tudo era real.

DRI VOLTA FINLANDIA

Para completar, o fuso horário de seis horas a mais não ajudou muito na readaptação aqui na Finlândia. Foram uns quatro dias para conseguir colocar o organismo nos eixos e acordar cedo, almoçar, dormir quando era para dormir, enfim, organizar a rotina.

Tenho uma novidade boa: os dias aqui agora estão longos! O sol (quando ele aparece) começa a se pôr umas 20h e só então vai escurecer, e pasmem, isso é lá para umas 22h. Você perde totalmente a noção do tempo, com tanta claridade! A temperatura anda beirando os 10 graus. Agora dá para caminhar pelas trilhas das florestas que existem aqui!

FINLANDIA SOL

A primavera também anda dando suas caras… Mas isso fica para o mês que vem!

FINLANDIA PRIMAVERA

ADRIANA MINHOTO

 

Entenda como tudo começou:

As voltas que a vida dá nos leva a lugares inimagináveis!

 

Mais sobre a Finlândia, por Adriana Minhoto:

Tanto tempo longe da família e amigos: quem aguenta?

Se você fosse mãe lá na Finlândia…

Educação, ordem e progresso… lá na Finlândia é assim!

 

Pois é, bonita! Viu que a Adriana tem um negócio destinado a ajudar o seu, que é empreendedora? A Visivae pode fazer diferença para sua pequena empresa, que está só começando… quer saber mais sobre isso? Visite seu site e sua página no Facebook. Informe-se! Além de tudo isso, a moça bonita desgarrada em terras finlandesas dá mais detalhes de seu dia dia no seu blog, Entre Vodka e Cachaça. Pra conhecer é só clicar aqui e se jogar! Vai! Ah! O Entre Vodka e Cachaça também tem página no Facebook, viu? Já curtiu? Eu já!

 

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Um comentário sobre “Dri… de volta pra Finlândia.”

  1. chica comentou:

    Adorei ler o relato e depoimento bem sincero. è mesmo assim…Essa troca de cidades mexe … E deves ter ficado horrorizada com tantas coisas daqui que por lá não devem existir, primeiro lugar, claro, a insegurança. isso afasta qualquer pessoa daqui!

    Adorei as fotos! E esse fuso horário é fogo! Estou com um filho iniciando a morar em Dubai e daqui são 7 horas! Uma confusão de horários… Mas…é a vida! bjs, chica e tudo de bom!

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