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Quando alguém te pergunta se você quer filhos…

Você diz: não, não quero! … assustou? Talvez esse sentimento seja mesmo estranho para você, porque a ideia de que uma mulher não pode se sentir plena se não vivenciar a maternidade é algo sólido para muita gente. Você nunca se perguntou se isso é mesmo verdade?

 

Agora que estou grávida porque quis e planejei, e até desejei muito, seria natural sentenciar: mulher não é plena se não for mãe. Mas não penso exatamente assim, e tenho os olhos bem abertos para os ângulos diferentes dessa vida. E você?

Foi pensando nisso que fui concatenando minhas ideias: como podemos, enquanto mulheres modernas e inteligentes, julgar que nossas verdades e vivências são as que legitimam um modelo de felicidade feminina? O tempo em que vivemos nos proporciona um leque de possibilidades para que possamos nos sentir completas, realizadas e bem encaminhadas na vida. Hoje, me sinto assim ao pensar no meu pequeno Artur, que ainda está na barriga. Mas também há outras mulheres que não querem gerar filhos, e são felizes também. E por que não seriam?

Alguém que consegue reconhecer que não quer ser mãe, que é feliz sem filhos, também experimenta uma forma de sentir-se plena como mulher. Ocorre que hoje em dia, mesmo quando é mais do que sabido que é possível seguir trajetórias diferentes do que muitos entendem como sendo o padrão a ser  seguido, essas mulheres enfrentam o olhar desconfiado dos outros, e inclusive de outras mulheres! Isso não é lamentável? Eu acho!

Seja porque há receios sobre se será uma boa mãe, ou porque a liberdade ficará em segundo plano, ou ainda porque há o medo de que uma criança atrapalhe a vida a dois e a profissional… muitas não querem herdeiros. Tem também aquelas que nunca tiveram vontade, simples assim. O que não parece simples é outras pessoas entenderem isso ou, no mínimo, respeitarem.

 

Se você está aí do outro lado, lendo esse post e pensando que isso tem a ver com sua vida, repare a seguir o depoimento de duas bichas fêmeas navegantes que experimentam o mesmo sentimento que você… confere!

Eu nunca parei pra pensar nos prós e contras porque eu nunca precisei questionar a minha falta de vontade, vocação ou desejo de ter filhos.

 

Sinto que é tão natural eu nunca ter tido o desejo de ser mãe, quanto é natural para a maioria das mulheres o terem. Acho que a maternidade é uma experiência única e extraordinária e, na hora de tomar essa decisão, não deve-se pensar nos possíveis problemas, preocupações, doenças, despesas, culpas e etc. que podem vir juntos com a gestação de uma nova vida. Penso que contratempos e imprevistos fazem parte do dia-a-dia e devem ser administrados à medida que forem aparecendo. Se eu tivesse vontade de ser mãe, nunca deixaria de fazê-lo por causa desses percalços. Por isso, posso garantir que não ter filhos não foi uma decisão racional. Eu nunca parei pra pensar nos prós e contras porque eu nunca precisei questionar a minha falta de vontade, vocação ou desejo de ter filhos. Quando pequena, não brincava com bonecas-bebês e preferia a Barbie, nunca tive grande afeição por crianças antes de ter meus sobrinhos lindos que amo demais, e não me sinto incompleta por não ser mãe. Os mais velhos me diziam que, com o tempo, meu pensamento ia mudar… então fui crescendo e a mudança nunca aconteceu. Quando as amigas começaram a ter filhos, eu pensava: “essa vida não é mesmo pra mim, não me vejo no lugar delas, não tenho vocação pra isso”. Na minha opinião, a maternidade é realmente uma vocação e nem todas as mulheres possuem esse chamado. A idéia de que a mulher só se realiza sendo mãe é totalmente equivocada pra mim. Acho que podemos nos realizar e ser felizes de muitas maneiras porque não existe uma fórmula pronta, ainda bem! Minha mãe, mulher maravilhosa, que é também minha melhor amiga, nunca me cobrou isso, acho que inclusive, por conhecer as delícias e também as dores da maternidade. A cobrança da sociedade nunca me afetou porque sempre tive tanta certeza e me coloquei de maneira tão assertiva e confiante a respeito do assunto, que acho que, meus amigos e família já estão conformados há muitos anos. Certa vez, ao saber da minha falta de vontade de ter filhos, uma senhora disse à minha mãe: “então tomara que ela se descuide e engravide sem querer”. Conhecendo a senhora em questão, sei que fez o comentário com a melhor das intenções, mas achei isso de um egoísmo absurdo. Não entendo porque tantas pessoas se sentem incomodadas com mulheres que não querem filhos e as julgam egoístas. Pra mim, egoístas são os que preferem que as mulheres cumpram seu “papel” na sociedade mesmo que isso as torne infelizes e frustradas. Porque mães também podem ser infelizes e frustradas. Infelizmente eu conheço algumas. O mais interessante é que meu marido, com quem estou casada há mais de 7 anos, além dos 10 de namoro, pensa como eu e nunca teve vontade de ter filhos. E isso é ótimo porque seria complicado administrar um relacionamento onde um quer e o outro não.” Katia Bonfadini | Casos e Coisas da Bonfa


Imagem: stock.xchng

 

“Eu me sinto feliz assim. Plenamente feliz. Não me falta nada, de coração. Muitas pessoas não entendem. Algumas se espantam quando eu digo que “não tenho filhos porque nunca quis tê-los”

Olha, eu acredito que as pessoas são felizes quando vivem a sua vocação, aquilo o que sentem de verdade no coração. Por exemplo, um médico apaixonado pela Medicina, certamente é um excelente profissional e é feliz. Uma mulher que sonhou a vida inteira em ter filhos deve tê-los. Ou de forma natural, ou adotados, ou solteira, ou casada. Não é o meu caso. Sabe, quando eu era menina, uns 12, 13, 14 anos, a gente brincava de “elástico” na calçada, rs. Coisas do meu tempo. Quando uma vizinha recém casada tinha um bebê, todas as minhas amigas e a minha irmã iam ver o bebê, brincavam, agradavam, pegavam no colo, enfim. Eu não achava graça nenhuma, achava bonitinho e só, rs. Achava mais interessante jogar “queimado”, ler um livro ou ficar nas “rodinhas de violão” com os amigos músicos. Ou seja, acho que é meu, sabe? Minha vocação não é ser mãe. Eu nunca quis, nunca tive paciência com crianças. Eu sempre quis na minha vida, resumindo, era isso: fazer faculdade, ser independente, falar várias línguas e viajar muito. Bom, fiz duas graduações, pós, estudei 3 idiomas, inglês, francês e espanhol. E já conheci alguns países. E eu me sinto feliz assim. Plenamente feliz. Não me falta nada, de coração. Muitas pessoas não entendem. Algumas se espantam quando eu digo que “não tenho filhos porque nunca quis tê-los”. Eu já perdi a paciência, hoje, relevo. Já inventaram até uma vez que eu era estéril. É mole? Eu só ri. Eu tenho 3 sobrinhos, sabe? Eu os amo. Não há o que eu não faça por eles. Adoro meus enteados também, são super educados. Mas adoro a minha vida assim. Meu primeiro marido nunca me cobrou filhos, ele já era pai. O segundo também me compreende perfeitamente. Acho que resumir a condição de mulher à maternidade é muito cruel. Somos professoras, médicas, jornalistas, políticas, advogadas, do lar, somos domésticas, blogueiras, enfim, somos mulheres.” Flavinha Gomes | Casinha Bonitinha

 

 

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15 comentários sobre “Quando alguém te pergunta se você quer filhos…”

  1. lilly comentou:

    flavia e katia falaram muito bem.
    a cobrança em cima das mulheres é desmesurada.
    primeiro, se vc casa ja querem saber qdo tera babys… gente, todas aquelas pessos fofas e interessadas que perguntam NUNCA ESTAO DISPONIVEIS PRA TE AJUDAR NA HORA DA COLICA E DA FEBRE!
    segundo, se vc engravida pq quer, ou solteira, ou casada, não importa, tb te perguntam se vc queria.
    pergunta maldosa, pois todos sabem como uma gravidez mexe com nossos hormonios, nos deixam em duvida sobre saude ( nossa e do bebe) e instaveis emocionalmente.
    engravidei pq quis da primeira, escapou da segunda
    teve diferença? nenhuma! alias o “escapado” é um cara muitooo gente finaaaaa, bem humorado e amao.
    ele queria virf a este mundo mesmo.
    se filho da trabalho???
    MUITOOOOO, e é a primeira causa de brigas no casamento sabia?
    divergencias sobre como cria-los…
    mas vale a pena pra quem quer.

    pra quem diz que não tem vocação pra maternidade, o que eu duvido muito, pois estas pessoinhas dão excelentes tias e madrinhas, vale a pena seguir sua orientação intima.
    não querer e não ter que explicar. ponto.
    bj

  2. Adelaide comentou:

    Adorei. E me identifiquei muito com os dois depoimentos. Embora hoje eu seja mãe (acidente do destino). Nunca desejei ser mãe e meu marido também nunca teve o desejo. Só descobri que estava grávida aos 4 meses Não gosto de bebezinhos, só peguei minha filha no colo por ser minha, não tinha opção…hoje nos damos muito bem mas ela é filha ÚNICA. E defendo árduamente quem opta por não ter filhos. Eu não sou maternal, sou disciplinadora. Amo minha filha sei dizer que existe uma EU antes dela e outra depois…ela me ensinou muito e somos ótimas amigas.

    Abraços

  3. Katia Bonfadini comentou:

    Lidi, muito obrigada pelo convite para participar mais uma vez do seu blog que tanto admiro! Embora eu saiba que a maioria das mulheres não vai se identificar com meu texto, já conheci algumas com uma postura bem parecida com a minha e que me agradeceram por ter escrito sobre isso porque elas perceberam que nào estão sozinhas. Infelizmente, ainda existe muito preconceito com as mulheres que não desejam ser mães. Fico incomodada quando as pessoas dizem que “toda mulher deseja ser mãe”. Eu sei que nào é verdade e tenho duas grandes amigas que também optaram por não ter filhos. A gente lê nos jornais sobre mães que abandonam os próprios filhos dentro de uma lixeira, que os espancam até matar, que os deixam presos em casa, que não os alimentam, que abusam sexualmente deles… será que uma mulher que age dessa forma deveria ser mãe? Eu acho que não. E quem sofre são os filhos, que não tem culpa de nada. Há também mães que não demonstram amar os próprios filhos nem por meio de palavras nem de atitudes. Isso causa muita dor e sofrimento. Então penso que cada um deve seguir a sua vocação e não julgar quem não possui o desejo de experimentar a maternidade. Amei o depoimento da Flavinha, como somos parecidas! Um beijão!

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Katia, eu quem agradeço sua confiança.
      Seu depoimento e o da Flavinha por aqui servem justamente para dar voz a muitas mulheres que se sentem discriminadas em razão de assumirem seus sentimentos e irem de encontro ao que acontece com a maioria das mulheres, que é querer ser mãe. Eu quis, estou grávida e amando minha experiência, e bem ansiosa para pegar Artur nos braços, mas não posso querer achar que esse deveria ser um sentimento igual para todas as mulheres. Não é! E o fato de muitas mulheres, como você e a Flavia, não quererem ser mães, não quer dizer nada, ou pelo menos não deveria. É justamente para a gente debater esse assunto e mostrar para quem tem preconceitos quanto a isso que esse é um pensamento ultrapassado… a mulher não tem que cumprir esse ou aquele papel, ela tem é que ser honesta consigo mesma e ser feliz. Isso é bom para todo mundo!

      Beijos,
      Lidi

  4. Cintia A. S. Sevaux comentou:

    Quero parabenizar o blog por abordar esse assunto tão delicado, e pela coragem das declarações da Katia e da Flávia que expuseram seus pontos de vista de forma tão clara e coerente. Pois afinal, não importa qual sua escolha de vida, o importante é ter compromentimento com essa escolha, e independente da vontade ou não de ser mãe é preciso seguir sua vocação na vida por vontade e não por pressão social…

  5. Débora Lauton comentou:

    Oi Lidi,

    Eu acompanho o blog há muito tempo, mas não sou muito de comentar… todavia hoje não poderia me calar quando o assunto é tão atual para mim…
    Sou casada a 7 anos e tenho 28 anos de idade, digamos que estou numa fase de bastante cobrança pela sociedade… sempre pensei que ser mãe seria algo natural para mim, que quando fosse para ser a vontade viria naturalmente e pronto, mas a cada ano percebo que isso não acontece e entre os meus amigos somos o único casal que não tem filhos… isso tem causado algumas situações embaraçosas pois as pessoas não entendem essa opção, já cansaram de me recomendar médicos, tratamentos e afins…
    Meu marido nunca me cobrou e ele também não tem aquela vontade de ter filhos, dias atrás fui ao meu gineco e ele me aconselhou a engravidar logo (se essa fosse a minha vontade) pois tenho alguns problemas de saúde que dificultam a concepção… mas não sinto a mínima vontade, acho que é injusto uma mulher ter que ter filhos porque é o que a sociedade espera dela, porque é a vocação de cada uma… eu não acredito nisso.
    Me identifiquei muito com o texto da Flavia e da Katia, pois também nunca tive qualquer instinto maternal, minha vontade é de viajar, conhecer o mundo… e é o que tenho feito… não sei se uma criança me atrapalharia, mas tenho certeza que não se pode ter tudo na vida e não passarei por muitas alegrias que quem é mãe passa, assim como não passarei pelas frustrações… mas terei outras alegria e outras frustrações…

    Muito obrigada pelo post, foi muito bom ler a opinião de outras mulheres bem resolvidas sobre o assunto e perceber que eu também sou absolutamente normal!!

    beijos

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Oi, Débora!
      Foi muito bom ler o seu comentário e perceber que o post foi útil para você. Quando isso acontece, nossa, eu ganho o dia. Isso é que é recompensador!
      Espero que muitas outras bichas fêmeas navegantes possam ser beneficiadas pela leitura do post, assim como você foi. =)

      Beijos e beijos,
      Lidi

  6. Creuza Moura comentou:

    Oi Lidi,
    Assunto delicadíssimo este não?
    Entendo, respeito e admiro positivamente mulheres como a Katia e a Flávia, mulheres seguras, completas e FELIZES . tenho ao meu redor muitas queridas que tiveram filhos pelos motivos errados, e não são felizes ou realizadas. a verdade é que a mulher é pressionada o tempo todo para se encaixar em um padrão que não existe mais…
    Tenho apenas um menino, que me basta, a pressão para ter mais um filho é da mesma forma desconfortável. ja me estressou mais esta cobrança, hoje um sorriso e ficou para trás pois como disse a colega Lily as pessoas que cobram de nós os comportamentos padronizados, nunca estão disponíveis na hora do aperto.
    obrigada pela excelente postage

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Vixe, Creuza!
      Meu Artur ainda nem nasceu, e já recebi cobranças para ter mais…
      O povo é fogo!

      :*
      Lidi

  7. Flávia-Caiê comentou:

    Belo depoimento das duas.
    Eu também estou na lista das mulheres que não querem ter filhos.
    Acho um absurdo a cobrança. Cheguei a me enfurecer com uma amiga que me disse que era” um absurdo nós não termos filhos, já que tínhamos condição para isso.”
    Absurdo é a forma egoísta com que as pessoas pensam.Se eu quisesse filhos e mesmo assim não os pudesse ter , adotaria.Mas ter um filho por ter, não.
    Vai além da vocação de ser mãe. Sou tia de 3 meninos lindos e de mais um que chega em dezembro.Sou maravilhosa tia-dito pelas minhas irmãs, adoro crianças,mas aquela coisa de SER MÃE, de SER RESPONSÁVEL por uma criatura…isso não pintou.Não pintou nem pra mim, nem para o meu marido.
    Existem outras formas de se alcançar a plenitude como mulher.
    Mas, àquelas que buscaram na MATERNIDADE a plenitude, meus parabéns!

  8. Adriana M Lara - DRI comentou:

    amada, chegou a toalha, que é mais linda ao vivo e a cores…super obrigada…estou mandando fotos via e-mail e já postei no blog
    bjs e ótimo final de semana

  9. Paulinha comentou:

    Este era o problema: nunca quis ser mãe e esta situação gerava conflito em certas cabeças pensantes ou não….rs….é uma questão de segurança, neste caso não falamos de possibilidades econômicas ou não, já é uma situação se realização do que lhe dá prazer, do que lhe completa, e digo com certeza que a maternidade não é o meu destino, ficava triste porque certas pessoas não entendiam, mas hoje sabem quais são os meus objetivos de vida e já não se intrometem neste sentido, os outros deixo passar, pois quem sabe de nossa vida e as nossas metas somos nós, e admiro as que são mães, são maravilhosas pois se doam sem saber os resultados futuros……..admiro todas as mulheres e homens que não vão ao sabor do que esperam de si, mas trilham o seu caminho de acordo com o seu bem estar e ele traz muita felicidade aos que estão ao redor quando tomamos nossas próprias decisões sem a moda que nos tentam impor. Felicidades as mães e as que não optaram pelo mesmo , e aliás a todas as mulheres que trilham seus caminhos apesar das dificuldades que encontram ou não….rs, gostaria de agradecer também pela matéria…..ela me fez um bem enorme, sinto que não sou anormal, beijinhos a todas as bichas fêmeas.

  10. Meire Mello comentou:

    Esse artigo me fez um bem enorme, pq sinto que tb sou mais uma nesse roll de mulheres que nao tem tal desejo e lado maternal. infelizmente meu marido eh o primeiro a cobrar, por ele, eu teria casado gravida. Ele ja tem filhos do casamento anterior e vejo nos meus enteados a compania de fim de semana que nao gera muita responsabilidade de minha parte, e pra mim esta bom. Tenho mania de trabalhar fora e casa arrumadinha, e acho que surtaria com uma crianca bagunceira. Mas nao deixo de gostar de criancas, acabarei cedendo aos apelos do meu marido, e espero que vendo a barrigona crescendo as coisas mudem.

  11. juliana comentou:

    eu entendo completamente, deis dos 13 , 14 tive amigas que engravidaram e hoje tô com 22 e minha visão continua a mesma, deis de cedo estive rodeada por amigas e irmãs que sonham em ser mãe e eu não!Minha família vive fazendo piada dizendo que uma hora eu vô ceder e vai acontecer e eu sempre me estresso com isso porquê acho que não é questão de idade e sim de escolha! o que fazer nessas horas?

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Oi, Ju!
      Bem vinda ao Bicha Fêmea!
      Dá uma olhadinha nesse post, pois acho que pode te ajudar: http://www.bichafemea.com/2012/10/26/filhos-maternidade-gravidez/

      Beijos,
      Lidi

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