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Tarefas do lar

Por mais que o tempo passe e as coisas mudem, mulher continua sendo mulher e, como tal, necessita desempenhar funções diversas no cotidiano.

A mulher hoje não é apenas mãe e dona-de-casa (não que isso seja pouco), ela também trabalha fora, incutiu outros afazeres baseados em suas aspirações como ser humano.

Você tem empregada doméstica? Se tem, ótimo! Mas sabe bem que, mesmo tendo alguém para fazer as tarefas da casa, sempre é preciso dar uma conferida debaixo do tapete e atrás dos sofás. Mesmo tendo babá, é preciso ser mãe. Enfim, somos tudo o tempo todo. Respiramos casa, marido, filhos, animais de estimação, trabalho, estudos. Ufa! Só de pensar já cansa.

Dia desses, à 01h30min da madrugada estávamos eu e a minha pia. A pia da cozinha abarrotada de louças até o teto. Tinha louça do jantar (pizza), do bolo que estava no forno, etc. E aí você deve estar se perguntando: “Esta louca estava fazendo bolo a essa hora da madrugada?”. Sim, esta louca que vos escreve estava fazendo bolo, esperando dar o horário do remédio do filho, conectada à internet conversando com uma amiga, enquanto o marido sentado ao lado, em seu computador estudava uma nova ferramenta de programação.

Então não deu mais para adiar. A pia repleta de louças X eu. Olhei ‘praquilo com um desânimo de dar nos nervos, mas disse a mim mesma: “Vou encarar!”. Comecei. Separa talheres, copos, canecas, pratos, fôrmas, panelas. A coluna já nem doía mais, urrava. Dei uma espreguiçada, estalei os dedos, arregacei as mangas e lá fui eu para a esponjinha e o detergente.

Eu e a pia começamos a dialogar. Quase duas da manhã, doida para esticar o corpo em minha cama aconchegante e quente, eu estava com as mãos frias limpando, lavando, esfregando, secando e guardando. Aiiiiii… Pia chata, louça chata e eu louca.

Meu diálogo com a pia não foi breve. Ficamos juntas por mais de 40 minutos. Mas, mesmo como todo o esforço físico e o cansaço de um dia cheio, eu aprendi muito com a pia. Ela me fez meditar por quase uma hora incessantemente. O corpo estava exausto, mas a mente se renovando, como se a água corrente que limpava os meus pratos, estivesse lavando as minhas “sujeirinhas” mentais.

Descobri que as tarefas do lar podem passar a ter um outro sentido para nós mulheres, pois já que temos que fazer mesmo (e nem sempre estamos tão dispostas), o melhor é atribuir significado para cada tarefa.

Ao lavar a louça, direciono minhas energias negativas para as mãos, para que elas possam ser liberadas num ritual de “lavagem de pratos”. Ao varrer a casa, direciono as minhas tensões para os pés, de forma que o meu instrumento de limpeza (ex.: a vassoura) seja o condutor do relaxamento necessário. Ao tirar o pó dos móveis, imagino também que estou eliminando os pensamentos nocivos e transformando-os em criatividade. Ao estender minhas roupas na corda, coloco também as idéias para “tomar um ar”. Ao guardar as roupas no armário, procuro organizar as minhas “gavetas” mentais.

E é nesse ritmo que procuro dar significado a tudo o que eu faço. Caso contrário teria jogado toda aquela louça fora e só compraria pratos, talheres e copos descartáveis. Totalmente antiecológico.

Imagem: stock.xchng

Por Mila Viegas
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43 comentários sobre “Tarefas do lar”

  1. Alethéa comentou:

    Adorei! Não tem jeito: a gente é mãe, esposa, do lar…

    Grande abraço!

    1. Mila Viegas comentou:

      Alethéa,
      Pois é… isso não vai ter jeito nunca! rs. E como não temos muito para onde fugir, o melhor é vermos o lado bom das coisas.

      beijocas

  2. Fabiana Correia comentou:

    Nossa, nunca tinha imaginodo por esse ângulo. Não sou muito chegada a rotinas de casa, mas sou obrigada a fazer e ponto! Mas gostei de usar isso com um alívio, temos que usar o lado ruim para coisas boas também não é?

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Já eu, tinha usado uma técnica similar para “aliviar a tensão” de ter que fazer os serviços domésticos. 🙂
      Até tratei disso antes aqui: http://www.bichafemea.com/2010/02/04/dicas-tarefas-domesticas/
      É a dica número 3 do post. Basicamente, uso o momento de cuidar da casa como o meu tempo criativo para o Bicha Fêmea. É quando saio da frente do computador para o trabalho doméstico que tenho as minhas ideias para o Bicha Fêmea. Esse tempo, que antes eu julgava como sendo perdido, tem sido muito valioso para mim. 😀

      1. Mila Viegas comentou:

        Oi meninas,
        Penso que o tempo nunca é perdido quando começamos a agregar valor ao que fazemos, por mais simplório que possa parecer.

        Lidi,
        Seu post é ótimo. Às vezes eu também escuto música. Realmente, nestes momentos (lavar roupa, varrer casa, organizar algo) a mente da gente acaba nos compensando com a criatividade.
        Grande parte das personagens dos meus contos e romances nasceram assim… rs.

        beijos

  3. Leticia comentou:

    Adorei a dica! Mas pra mim o difícil mesmo é começar…depois que coloco a mão na massa, eu me animo e faço tudo com capricho. Nada melhor que ver o resultado né? Tudo prontinho e limpinho. Muito legal o post. Bjs, Lets

    1. Mila Viegas comentou:

      Oi Letícia,

      Pois é. Tudo no começo parece difícil mesmo… Ainda mais uma pia repleta de louças e panelas cheias de gordura (rs). Eu penso que a gente se desespera quando visualiza o todo e pensa: “Putz, é muita coisa!” Mas, se começarmos a lavar os pequenos talheres, em seguida os copos e pratos, concentrando na unidade de cada coisa, a pilha vai diminuindo.
      É aquela estória: Não dá para mover uma montanha inteira de uma só vez, mas você poderá movê-la por partes… rs.

      beijoss

  4. Marcelle Rebelo comentou:

    Acredito muito nisso. Uma vez li uma reportagem de uma autora que escreveu uma tese e entrevistou mulheres donas de casa, ou que tivessem relações com suas casas e famílias e outras que não casaram, não tiveram casa e enlouqueceram (manicômios foram entrevistados) e a tese dela atestava que a nossa sanidade tem a ver com resgate da essência feminina, que passa por ter relação com as coisas da casa, fazer café com bolo, ter essas conversas. Acho que os blogs tem ajudado muito nesse nosso reencontro com as essências femininas.

    1. Mila Viegas comentou:

      Muito legal essa tese, Marcelle. E, para mim, faz todo o sentido. Mesmo sendo mulheres modernas, nós sentimos aquela necessidade “íntima” de nos reconectarmos com essa essência. Afinal de contas, nossas ancestrais eram totalmente voltadas para a manutenção do lar e, mesmo que não possa parecer, acho que isso traz consigo certo poder, algo que é impossível se desligar totalmente.
      Adorei!
      beijocas

      1. Lidiane Vasconcelos comentou:

        Pois é, Marcelle. Eu também vi sentido nessa tese que você citou, assim como a Mila.

        Vem de longe a herança cultural e social com relação ao nosso trabalho de cuidado e gestão das coisas da casa, que tem valor, afinal é nela que recarregamos nossas energias para tudo o mais que a vida nos solicita. É fundamental que tudo esteja bem, limpo, organizado e em harmonia. É disso que depende nosso bem-estar também não é?

        Só que quando o trabalho nesses cuidados passou a significar algo ultrajante, nós quisemos camuflar o gosto por essas atividades, ou desprezá-las. Algumas descobriram que, de fato, isso não era a praia delas, outras, entretanto, apenas tentaram silenciar uma vontade natural e normal, como se isso fosse uma coisa feia. Besteira!

        O legal dos blogs, como você citou, é que as mulheres passaram a perder vergonha de falar dessas coisas, e nem por isso deixaram de ser capazes, inteligentes, críticas e blá blá blá… bom, né? Parece um tipo de libertação. 😀

      2. Lidiane Vasconcelos comentou:

        Mila, achei muito massa a informação que a Marcelle trouxe sobre a tese de algumas mulheres “pirarem” porque não vivenciaram a rotina de uma casa, coisas do lar, e por aí vai. E tua colocação de que isso deve ter a ver com nossa herança histórica e cultural quanto ao papel de cuidadora fez todo sentido. 😀

        1. Mila Viegas comentou:

          Pois é! Eu não tinha ouvido falar nesta tese até a Marcelle se pronunciar. Bem interessante sim.

          Por isso, até mesmo aquelas madames que têm empregada para tudo, uma vez ou outra sentem a necessidade de fazer uma comidinha básica, experimentar uma receita nova ou coisa do tipo.

          Mesmo com a valorização da mulher e os movimentos feministas, nós não deixaremos de ser quem somos, porque a essência é imaculada.

          Penso que muitas das que têm aversão às tarefas domésticas e odeiem a posição de donas de casa, na hora que é preciso se virar, elas se viram. Mesmo que nunca tenham fritado um ovo. É interessante porque nós carregamos esse dom inato e, no momento que precisamos ativá-lo, geralmente temos sucesso.

          1. Lidiane Vasconcelos comentou:

            E nem por isso deixamos de ser mulheres interessantes. 😉

  5. dani garlet comentou:

    Lidiiii, as x eu tenho ódhooooo de fazer as coisas de casa… kkkkkkkkkkkkk
    Eu até choro! verdade.
    Mas qdo me animo e começo organzar, qdo acabo estou mais cansada, mas muito mais leveeeee de espirito, deve ser isso!!!
    Vou começar usar essas técnicas tuas: vai embora sentimento ruim que sso não me pertenceeeeeeeee!
    kkkkkkkkkkkk

    super beijoss!!!!!

    1. Mila Viegas comentou:

      Oi Dani,

      Agora você vê: mesmo tendo que lavar um batalhão de louças na madrugada, ainda somos capazes de filosofar e poetizar a vida… rsrsrsrs. Cansaço no corpo a gente extingue com uma boa dose de sono, mas na mente é outra história. Buscar significados para as tarefas simples, creio eu, nos faz valorizar os momentos mais cansativos que possam parecer.

      Beijosss

  6. Marilia Alves comentou:

    Amei o texto da colaboradora, bem fácil e leve de ler. Além das dicas de relax pra lavar uma louça quilometrica. Essa eu vou anotar.

    1. Mila Viegas comentou:

      Que bom que gostou, Marilia. Anota sim e depois me conta se deu certo pra você, tá? rs.

      beijinhos

  7. Tati comentou:

    Adorei!
    Criei até animo…eu que torci a cara pra louça ainda agorinha, chego aqui e vejo que não estou sozinha no faxinão diário…afffff…mas vamos achar nosso lado Ivete de ser!
    Ivete Sangâlo em entrevista falou que faxinar a casa é terapia pra ela, então tá, né?
    bjs e boa “terapia” pra todas nós que não temos como fugir

    1. Mila Viegas comentou:

      kkkkkk… Que bom que te deu ânimo, Tati! Agora mesmo também passeei pela cozinha e tive a visão do inferno… kkkk.. Louças do jantar de ontem!

      beijocas

  8. Simone comentou:

    Oi Lidi, amei a “história da vida real”….

    Apesar de não me ligar nesse tipo de “terapia” por achar que não funciona, achei fantástica a maneira como a autora resolveu encarar seu “problema”. Eu quando tenho tarefas de casa pra fazer faço a terapia da musica: ligo o rádio bem alto e fico cantando e dançando enqto faço minhas coisas….

    lari lará…

    Beijos Si

    1. Mila Viegas comentou:

      Oi Simone,
      Também não me ligo muito nesse tipo de terapia não, mas se tem que fazer, o negócio é atribuir significado, olhar o lado bom das coisas e meter bronca.

      Em geral, também danço, canto e represento… kkkk.. Converso com os cães, com o gato e as plantas. E a visão mais paradisíaca é quando o mármore da pia está impecável. Ah, como amo!!!! rs

      beijos

      1. Simone comentou:

        É verdade Mila, antes de fazer dá aquela preguiça sobre-humana, mas depois que começamos a fazer com o auxilio do radinho (no meu caso) e vemos o resultado final, ficamos até orgulhosas do nosso feito!!!

        Parabéns a todas nós que “lustramos mármores da pia” e ainda fazemos mais um zilhão de coisas!!

        Beijos

  9. Ana Carla comentou:

    Sabe … às vezes penso em reclamar das inúmeras coisas pra fazer.
    Aí paro e penso: “Oxi, mas meu sonho era esse ! Ter minha casa do jeito que sonhei e eu estar cuidar de tudo pessoalmente, e ainda educar e cuidar da minha filha.”. Pronto, relaxo e faço as coisas de acordo com minha vontade e disposição – trato isso como uma benção, como um privilégio.
    Não deixo a casa me dominar, resolvi que eu tenho que dominar a casa ! E assim sou feliz !

    Bjo

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Ana, acho que todas nós passamos por isso de vez em quando, digo, de se chatear por ter que fazer o que fazemos diariamente mesmo que tenha sido uma escolha. E disso sofre as mulheres que estão em casa em tempo integral, as que estão fora em tempo integral ou as que se dividem. Já conheceu alguma mulher que não reclama? … ehehehehehe… a diferença está em refletir sobre esse comportamento como você faz, e racionalizar, decidir que isso não será rotina mental para você, e tomar as rédeas da situação. Procuro fazer o mesmo também, seja com a rotina de casa, seja com a rotina “bloguística”, ou com o que quer que seja. Afinal, foram minhas escolhas. E estou feliz com elas. Quando não estiver, mudo tudo. Não é assim? 🙂

      1. Mila Viegas comentou:

        Perfeito o pensamento das duas!

        A gente sempre reclama mesmo, não tem jeito. A propósito, estou adorando a interação e isso está sendo super positivo para mim.

        E vamos juntas remar o barco, rumo à ilha de louças, poeiras e roupas sujas. Porque seria o máximo faxinar e papear ao mesmo tempo… hihihihihihihi.

        1. Lidiane Vasconcelos comentou:

          Mila, sabe o que acontece? Você resolveu publicar seu texto num blog que vez ou outra acontece ricos e gostosos trololós… 😀
          Aí dá nisso, uma riquíssima interação. Não é bom? 😉

  10. Nilceia Duclos comentou:

    Me identifiquei muito com essa matéria.
    Parabens,o bicha fêmea é uma benção em nossas vidas.

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Wow! Muito obrigada pelo elogio ao Bicha Fêmea, Niceia. Mas não esqueçamos que a “dona” do post é a Mila, a bicha fêmea colaboradora. 😉
      Beijos

  11. Mila Viegas comentou:

    Depois dessa louça toda lavada, deu até vontade de sentar com essas bichas fêmeas tão gentis para saborear junto com café, né não?? rs

  12. Fer Lorenzoni comentou:

    Oi Mila e Lidi, adorei o texto.. e sabe.. eu vejo pessoas q se penalizam por ter q desempenhar todas estas funçoes ( de mãe , de dona de casa, de mulher q trabalha fora… ). Eu penso q temos sim é q encarar, fazer o q tem p fazer e descarregar ali toda e qualquer tensão. N fico, ai isso, ai aquilo. N me penalizo por isso. N me coloco na condição de pobre mulher q faz tudo e ainda trabalha fora. Eu sou sim.. uma grande mulher, multifuncional, q faz muito por si e pelos seus. E sei q como eu, existem muitas assim, e o texto da Mila expressa isso… ” e agora louça… somos só vc e eu”, kkkk.
    Bjos pas duas.
    Fer

    1. Mila Viegas comentou:

      Pois é, Fer.
      A gente não pode fazer da vida um imenso muro de lamentações. A pia de louça suja foi mais uma metáfora porque toda e qualquer situação chata e cansativa precisa ser encarada mais cedo ou mais tarde. Não tem mesmo como fugir.

      Hoje eu ainda preciso ter um face to face com a minha pia… kkkkkk!!!

      beijocas

  13. Marcia comentou:

    Juro que eu vou tentar esta técnica !!! É melhor do que estourar o orçamento tendo que comprar tudo novo pra substituir o que foi quebrado né ?! rs
    Beijim

  14. Marluce de Vasconcelos Tavares comentou:

    querida, desde que minha filha mais nova fez 14 anos que não tenho mais empregada( o que é ruim pra mim também é pra todas as mulheres , minha ultima empregada virou secretária). Dividimos todas as tarefas , todo mundo ! e optei por não ter computador em casa , pois tenho no meu consultorio , qdo o de casa morreu, não o substitui pois era uma fonte de stress com minhas filhas ( queriam ficar a madrugada toda ligadas) mas tenho todos os equipamentos domésticos que facilitam nossas tarefas, principalmente nessas madrugadas que resolvo fazer coisas gostosas e depois …. tudo para máquina já! que maravilha!enquanto durmo ela trabalha, a cozinha fica limpa em dois tempos . Minha nova aquisição chegou ontem : uma maquina a vapor que limpa toda a casa com vapor sem precisar de produtos químicos com ferro de passar roupas profissional ( essa é minha tortura dos domingos antes que todos acordem , agora ficará mais rápida) . Só tem uma coisa, quando faço trabalhos domésticos fico pensando nas horas de academia ( odeio) que economizo, pois to trabalhando meu corpinho e vendo o resultado do trabalho( força x deslocamento).
    Tenho várias pacientes idosas( mais de 65) que se orgulham de serem independentes porque conseguem fazer seus trabalhos domésticos sozinhas e veem isso com orgulho, vamos chegar lá!
    bjos
    Marluce

  15. Katia Bonfadini comentou:

    Adorei o texto, Lidi! Sabe que minha terapeuta me disse a mesma coisa uma vez? “Enquanto estiver lavando a louça, tente meditar, pensar na vida, em algo que te dê prazer e essa tarefa que pode parecer chata, se torna um encontro consigo mesma”. Não é que é verdade? A gente desempenha tantas tarefas ao mesmo tempo que quase não sobra uma horinha pra nos dedicarmos a nós mesmas, pra olhar nosso interior e refletir sobre nossa rotina, nossos atos, pensarmos em planos para o futuro, em nossos objetivos etc. Grande beijo e desculpe o sumiço!!!!!

  16. Simone Scharamm comentou:

    Oi, Lidi,
    Que texto incrível da sua convidada! Me identifiquei muito com a “pia cheia à uma da manhã”,rsrs! Adorei os comentários e parei pra refletir que realmente, quando fazemos o “serviço chato” com boa-vontade, ele parece bem mais leve. Tenho usado a mente para pensar em posts para o meu blog, enquanto vou fazendo as tarefas diárias…e isso tem me ajudado bastante. Parabéns à Mila, pelo texto e pelas atitudes positivas! adorei!
    beijos!

  17. beta comentou:

    Eu odeio tarefas domésticas, mas tenho que fazer né…rs
    Adoro cozinhar, mas limpar…. ninguém merece…

    BJ

  18. Cláudia Ramalho comentou:

    Uma psicóloga amiga minha uma vez me disse: nada melhor para arrumar nossos pensamentos que começar arrumando o nosso guarda-roupa. A faxina externa retira a sujeria de nossa alma.
    É isso aí.
    Bjks

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  21. Ana comentou:

    Biiii ( sentiu a intimidade:) que demais !!!! Menina, eu tb dessas coisas …tipo uns rituais de “limpezinha” e relaxamento.Muito legal. Nem sempre estou com saco para as atividades mas faço de boa se entro nesse meu esqueminha.E sabe, qdo me sinto meio “pesada”, down…tomo um banho meio gelado e lavo a cabeça…lava a alma.hehehe Revigora total.

    Beijinhos

    Ana

  22. Érica comentou:

    Lavar louça é pinto pra mim o pior é a roupaaaaaaaaaaaa essa nunca acaba

  23. gilcilane comentou:

    eu odeio fazer essas coisas de casa
    detesto lavar louça

  24. suyanne comentou:

    olha se dependece de mim nunca faria nada !1
    kkkkkkkkkkkkkkk

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