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Peripécias de uma mãe desesperada…

Escrevi esse texto há cerca de 5 anos, quando estava no auge do meu cansaço. Sou mãe de 3 crianças lindas, mas vieram seguidinhas e foi uma luta muito grande, anos sem dormir, horas e horas de choro, enfim, um aperto danado. Tenho certeza de que muita gente já viveu isso.

Esse dia foi especialmente difícil… lembro que estava tão desesperadamente cansada que resolvi escrever para nunca mais esquecer a luta e valorizar os dias melhores. Na época, Isabel tinha 3 anos, Rafaela, 2 anos e João Pedro, uns 6 meses.

Por vários anos tive que deixar de trabalhar fora de casa. Hoje os 3, Isabel, Rafaela e João, estão com 8, 7 e 6 anos e os trabalhos mudaram, mas continuam enormes. A vantagem é que agora já durmo noites inteiras e isso é fundamental para levar uma vida equilibrada e manter o bom humor…

Ontem foi um domingo normal e, para você ter uma idéia do que é um domingo normal na minha vida, eu vou te contar o que aconteceu. A madrugada foi assim: Isabel tossiu a noite inteira e estava na minha cama. Passou a noite daquele jeito esparramado dela, com pernas e braços por cima de nós. Lá pelas 3h, de tanto tossir, acabou vomitando. Por sorte eu previ que isso aconteceria , coloquei a cabeça dela na beirada da cama rapidamente e ela só sujou o chão. Depois de limpá-la, escovar seus dentes e conseguir fazer com que dormisse outra vez, acordou o João, com fome. E o chão sujo. No quarto aquele cheiro insuportável. O João mamou, arrotou, dormiu.  E lá fui eu pegar um pano de chão para dar fim àquela sujeira. Mão na água fria do tanque às 4:30 da madruga. Inverno! ÔOOOO vidão!!!

A tosse continua. Às 6h João acorda definitivamente e lá vou eu para a sala com ele para tentar salvar o que resta da noite do Marco, e não acordar os outros. Rafaela, graças a Deus, continua dormindo. Ela é quem dá mais trabalho quando acorda, mas não acordou.

Às 8h acordam Rafaela e a babá. Ouço barulhos no meu quarto, Marco já está de pé. Quando chego no meu banheiro encontro tudo alagado. O Marco esqueceu que o vaso estava entupido e puxou a descarga. Conclusão: antes das 9h, lá estava eu tacando água sanitária em tudo e desentupindo o vaso, enfim, tive que lavar o banheiro. O Marco? Foi ler o jornal na cozinha e fechou a porta.

Alimento a todos com a ajuda da Maria, escovo os dentes e penteio os cabelos, inclusive os meus. Não se podia sair de casa por causa da chuva. Vídeos, dança, pinturas, desenhos, contações de histórias, muita gritaria e alguma briga com choramingação. Até que chega a hora de dar uma pausa para arrumar as bolsas, pois vamos sair. Maria segura as pontas e eu vou recolher o que é preciso levar. Duas bolsas: Uma para as meninas, outra para o João. Depois os banhos. Secar, vestir, pentear 3 crianças. Antes de sair lembrar dos remédios.

Venho me arrumar. Mal consigo tomar um banho de 5 minutos.

Chego na casa da minha sogra e vou dar o almoço das meninas. João Pedro quer mamar.  As meninas sobem em tudo. Qualquer dia a Maria pede demissão. O Marco bebe sua cerveja e conversa com um primo insuportável. Meu sogro quer levar a neta para exibir no boteco que freqüenta. Está chovendo muito e minha sogra não deixa. Procuro ficar calada. Começa uma briga. Duas brigas. Ele diz à Isabel que somos nós os culpados por ela não poder ir passear com ele. Mais brigas. Eu não abro a boca.

Todos almoçam, menos eu e a Maria. Maria almoça por último. Eu não consigo almoçar. Vou comendo uma coisa e outra até matar a fome.

Às 16h, cansada de tudo, peço ao Marco para irmos embora. Recolhe tudo. Cata as coisas todas, cata a  criançada. Calço sapatos à força nos 3. Elas não querem ir, mas também não querem ficar. Elas não sabem o que querem e o João assiste a tudo com os olhos arregalados.

No carro temos que cantar, contar os carros da polícia, brincar de dar sustos. Elas não podem é dormir. Cada vez que o carro pára, o João chora. Chagamos em casa, graças a Deus.

Enrolar a todos até a hora da janta é preciso. Janta. Mais três banhos. Escovar os dentes. Remédios.  Maria vai fazer a Rafaela dormir. Isabel deita numa caminha que fazemos na sala para ver as vídeo-cassetadas. Dorme. Tosse, tosse, tosse. Ligo para a pediatra com João no colo. Mando vir um remédio da farmácia, mas não deu tempo e ela vomitou. Acordou. Coloco o João na cama e vou limpá-la, escovar seus dentinhos outra vez. Marco bebe cerveja e vê o Faustão. Ela chora, João chora, eu choro.

Chega o remédio. Depois do remédio ela quer brincar mais e eu quero que ela durma…dormiu. Melhorou da tosse e eu a levei para a sua cama. Depois ainda resta o João mamar e resistir ao sono por mais 1/2 hora. Pronto. Acabou.

Acabou? Claro que não! Ainda temos bolsas para desfazer, mamadeiras para lavar, mamadeiras para esterilizar, brinquedos para recolher, vomitado para limpar, água para ferver( do João) e roupa para acabar de lavar e colocar no varal (havia ficado de molho na máquina). Eu esqueci de mencionar ainda todas as trocas de fralda e outras coisas.

O Marco estava dormindo no sofá e eu o mandei para a cama. Pedi uma pizza e fui tomar banho. Quando a pizza chegou, eu e a Maria comemos na Santa Paz de Deus.

O João só acordou uma vez esta noite. Parecia saber que eu não agüentaria mais que isso.

Isso tudo acontece todos os dias. Há dias, como hoje, em que as meninas estão na escola e eu tenho mais tempo, mas ainda há todo o serviço normal da casa para fazer e preparar a comida de todos. Hoje estou bem, estou me sentindo bem, tenho disposição. Mas há aqueles dias em que eu estou com algum problema, alguma dor, um pé doendo, por exemplo. E, haja o que houver, tudo tem que acontecer, tudo precisa funcionar.

Viu só? É por isso que eu gostaria que os finais de semana não existissem.”

O que eu queria dizer é o seguinte: MÃES, as coisas melhoram! Acreditem! (até o marido colabora mais hoje…)

Imagens: stock.xchng

Por Adriana Vieira
Coisas que eu amo e são tudo pra mim…

 

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37 comentários sobre “Peripécias de uma mãe desesperada…”

  1. Juliana comentou:

    Nossa, fiquei deprimida…
    Mas ó, eu tava indo nesse caminho, só que tem que dar um alô no pai, viu? Não se pode esperar que ele se toque sozinho que tem que ajudar não.
    O meu marido é super colaborador, mas ele não vai advinhar o que tem que ser feito se eu não disser, né.

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Ju, eu não sou mãe (ainda), e não sei direito como tudo funciona na pele. Quando li o texto antes da publicação, e imaginei que o corre corre funciona exatamente assim para muitas mulheres, também deprimi… virei para o marido e já alertei ele… kkkkkkkk… 😀

      Mas assim, concordo contigo. Parece imprescindível que a mulher precisa se colocar e falar o que pensa, o que sente, etc.

      Parece que Adriana colocou os pingos no “is”, e o maridão mudou a postura, né? Ufa! Ainda bem!! 😀

      1. lê comentou:

        nossa passou minha vida
        tenho um casal mas to vivendo isso td
        o menino hj tá 6 e menina 3 mas confesso hj por melhor q ainda tá pois agora durmo a noite inteira rsrsrs
        tbm tive que para de trabalhar e existe momentos como esses q para um segundo pra ler alguns blog
        com isso eles ficam aqui do meu lado me atrapalhando a digita
        meu marido tbm trabalha fica tempo todo fora e qdo tá aqui quer descançar coisa que eu nun faço a tempo rsrsrs
        mas nun desanime sou feliz vou levando a vida
        e peço paciencia pra mim pq nun é brinquedo ñ

  2. Fabiana Correia comentou:

    Pôxa, e eu que achava que não tinha tempo nem para me coçar. Adriana que dias heim? Cuidar de três crianas pquenas nãoé ada fácil não e? Nossa, lembro de quand as meninas eram pequenas, davam muito trabalho também, mas não juntas,rs.
    Só posso parabenizar vc pela guerreira que é, não é nada fácil. O tempo passa , as situações vão melhorando, e o que a gente faz é ver o fruto de todo o aperreio caminhando.
    Adorei o texto!

  3. Bia Bueno comentou:

    Amore, eu sinceramente enlouqueci com UMA filha e a minha é dessas boazinhas, é levada só de leve e não é nenhuma pestinha. Eu passei dois anos com ela, amamentando, cuidando, brincando e depois foi pra escola! Foi só então que minha vida própria (re)começou. Se eu tivesse outro hoje ou não poderia me dedicar esses dois anos ou não seria feliz por abandonar meu trabalho e meus projetos. Por isso parei. Eu nãoconsigo me imaginar com dois. Imagine com três!? Isso que quando a minha era bebê eu não trabalhava e tinha faxineira. Mesmo assim no início eu quase nem dormia e vivia um caco (só no comecinho, depois me acostumei). Quando vejo mães que trabalham, cuidam da casa e ainda de mais de um filho eu simplesmente dou tilt.

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Bia, sabe que penso em fazer exatamente isso: cuidar do baby, eu mesma, enquanto ele for pequenininho? Só falta ele querer nascer, aliás, vir para minha barriga… kkkk… 😀

      Não sei como as mulheres que são mães ainda saem para trabalhar fora. Quando é extremamente necessário, fazer o quê, né? Deve ser muito difícil… aff!!!

  4. cris comentou:

    Aimeudeus, é difícil mesmo, mas passa e depois a gente fica com saudade …tenho uma amiga que tem 3, uma tem 10 e as gêmeas 6, e não foi nada fácil, passava as noites e madrugadas no sofá amamentando, quando não era uma, era a outra, intercalando com trocas de fralda, mas hoje estão aí saracuteando sem parar…

  5. Lidia comentou:

    Não consegui parar de ler rsrsrs Ufa quando consegui fiquei parada para respirar rsrs menina que loucura hen
    Mas adorei rsrs
    bjs

  6. Rosi Costa Caleffi comentou:

    Lidi

    Voltei para eler esse texto com muita calma, afinal o assunto me interessa.

    Até fiquei cansada lendo-o, coitada dessa mãe, mas sei muito bem o que é isso, já que convivi na mesma casa com minha mãe e sua prole de quatro garotos. Só conhecendo de verdade para saber o que essas super-mamães passam.

    Excelente texto, bom final de semana.

    Bjs

  7. Adriana comentou:

    Meninas

    Conselho de quem já penou e não quer ver a amiga nessa situção: combinem com os maridos antes dos pimpolhos nascerem. Eu não sabia que o meu marido seria tão parado… casamento só foi adiante porque eu amo muito esse homem…

    Quando eu penso que ainda tem gente que acha que filho resolve problema conjugal eu sinto até pena…

    Beijos

    Dri
    http://coisasqueeuamoetc.blogspot.com

  8. Carol Santana comentou:

    Ai gata…
    Tô aqui quase chorando!!! :S
    Sabe que essa semana fiquei sozinha com a pequena… Teve um dia de pura paixão… Ela super boazinha, e eu babando! NO outro dia… Cólicas seguidas fizeram a bebe ficar chorando muito, consequentemente ela não mamou direito, e consequentemente ficou irritada e não dormiu, e claro CHOROU MAIS AINDA!!!
    Se com UMA eu levo um olé, imagina com TRÊS?!?!?
    Do conta não amiga!!!

    Mas olha, tô aqui admirada com a Adriana! Vou até dar um pulo lá no blog dela, viu! 😉
    Bjocas,
    Carol

  9. Adriana comentou:

    ahhhh, tenho mais uma coisa pra dizer:

    VALE À PENA!

    …cada minutinho

    beijos pra todas

  10. Pryscilla Gomes comentou:

    Dri eu sei muito bem o que é isso!
    Tenho 3 filhos também e não tenho babá ou empregada. Já passei por muitos períodos de enlouquecer e acho q enlouqueci mesmo!
    Uma noite com a minha caçula com 2 meses, meu bico do peito ficou horrível. A dor era muito grande não conseguia dar mamar para ela. Entrei em crise total. Fora isso meu maridoe stava desempregado e Gabriel na época com 10 anos e Angélica com 2 anos não me davam sossego.
    Saí pela porta e fui andando pela rua, sem rumo mesmo. Naquele dia queria sumir!!
    Parei na porta de uma igreja católica aqui do bairro, estava fechada. Sentei nos degraus da porta e chorei, Muito!
    Aí se aproximou de mim um rapaz da toca de assis qe fica ao lado e me disse:

    “Mesmo com as portas fechadas Deus está do seu lado.”

    Hoje eu sei que não preciso procurar Deus em outros lugares pois sei que ELE mora dentro de mim.
    Ainda é uma grande luta adiministrar a casa e 3 pré adolescentes em crise.
    Já abri mão de muita coisa em nome do meu amor pelos meus filhos.
    Mas sabe faria tudo outra vez se preciso fosse.

    Beijos grande.

  11. Pryscilla Gomes comentou:

    Lidi adorei essa iniciativa!

    bjs

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Que bom, Pryscilla!
      Ah! Me emocionei com teu relato. 🙂
      Beijos

  12. Mayara Mônica comentou:

    Mulher o que é isso!!!!!!!!!!!!!!!!
    Que rotina loucaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!
    Estou cansada e exausta por ela.

  13. Larissa L. comentou:

    Oi Adriana!
    Tenho UMA filha de 3,5 anos que me dá o maior trabalho, quiçá 3….
    Li seu relato estarrecida: seu marido não levantou um dedo pra te ajudar? Se fosse o meu, já teria colocado no olho da rua!! hahaha Realmente deve existir amor eterno, viu?
    Se as coisas melhoram, eu espero que sim pois apesar de ter só uma, ela faz o que os seus três faziam sozinha, pode acreditar.
    Que bom que a sua vida melhrou com as crianças maiores, quer dizer que existe esperança…
    Bj

  14. Elaine Cristina comentou:

    kkkkkkkkkkkk
    Nossa , só muda o endereço !
    Compartilhar destas experiências me deixa mais a vontade e fortalecida.
    Realmente não é fácil , ainda quando não se tem uma mãezinha por perto para nos dar um colo , ou uma sogra amorosa para nos ajudar tudo parece mais desesperador.
    Pensei que meu segundo filho eu ia tirar de letra , mas não , parecia o primeiro kkkkkkkkk.
    Minha filha me falava que não queria nunca ter filhos , ela então com 6 anos apenas.
    Quando chegavam as cólicas de dia e de noite , eram momentos que pareciam se eternizar.
    Eu e meu marido andávamoscomo zumbis durante o dia , cansados e exaustos até 9 meses de idade.
    Mas toda experiência é válida e nos enriquece.

    Jamais me sentiria completa se eu não passasse por esta experiência única e intransferível de ser mãe , mesmo com as suas dores e delícias.
    Mesmo sem ajuda , eu conseguia cumprir minhas tarefas e nunca o maridão chegou do serviço e ficou sem jantar , ou sem roupas passadas ou encontrou a casa de pernas para o ar.
    Ser mãe é uma missão que dói a vida inteira , é maravilhoso tambem , tem todas as compensações.
    É como se vivêssemos a vida deles , sentimos mais intensamente suas dores e alegrias.
    Ser engrandece também. A medida da dor é também a medida da alegria de ver filho feliz.
    Benditas sejam todas as mães do mundo!!!

  15. Marly comentou:

    Olá, meninas,

    Fui lendo o texto da Adriana e me identifcando com cada uma das situações, há alguma mãe que não se identifique? O pior é que depois de um fim de semana desses, em que varamos a(s) noite(s) em claro, com os nervos em frangalhos, por causa da preocupação com o mal-estar da criança (ou das crianças), muitas vezes temos de enfrentar – logo na primeira hora do dia seguinte – a reunião/batalha com o chefe chato, ou coisas do gênero, o que comprova que vida de mãe não é mole não, rsrs. O meu marido porém, sempre foi mais participativo. Mas acho que ele é assim porque o pai dele também sempre foi muito participativo, nesse tipo de situação. Isso, então, é algo que se aprende.

    Beijão e bom fim de semana.

  16. Joana Campos comentou:

    Credo, esse Marco heim? que marido é esse? cururize! Tenho que Louvar à Deus mesmo! o meu sempre me ajudou em tudo…Graças à Deus! desculpa ser franca!

    beijos Lidi

    Joana Campos

  17. Neli Rodrigues comentou:

    Adriana querida, sou sua seguidora e não sabia que vc tinha passado por isso, credo!!!
    Mas aqui em casa o marido limparia (ele limpa) o vomitado e desintupiria o banheiro, ele é 50% no cuidado c/ as crianças. E tb ajuda nas tarefas da casa, talves por eu trabalhar fora, mas ele é um companheirão (hj estamos fazendo 11 anos de casado).
    Mas seu relato é um incentivo p/ milhares de mulheres que passam por isso e acham que estão só.
    E tb p/ as que não passam e acham que são infelizes e estão sem tempo, etc. Vc mostra que existem situações críticas e mtas de nós reclama de barriga cheia.
    Lidi e Adri, esse post foi bárbaro!

    Bjs♥

  18. beta comentou:

    Meu Deus!
    Não quero mais ter filhos, porque se meu marido for assim também eu MATO ele!
    hahahahahahaha
    Credo!!!rs

    bj

  19. Marilia Alves comentou:

    Meu Deus, vc é minha heroína! Eu com uma só já entro em desespero. Força meninas, força.

  20. Evani comentou:

    Olá, adorei seu relato…só quem já passou por isso sabe como é a saga da mamãe, né? Eu só tenho uma (mas…) hoje com 12 anos. Olho pra ela e, como já disseram: Valeu cada momento!
    É lógico que um pouco de ajuda sempre facilita a vida né???
    Beijos e parabéns por essa garra!!!

  21. Bia Silvestre comentou:

    Nossa também deprimi, já dava valor no meu marido e lendo dou mais e mais ….ele sempre me ajudou e ai dele se não ajudasse rsrs imagina que eu iria deixar essa situação nuncaaaaaaa…..Não estou julgando ninguém cada uma sabe como lidar com a sua família *filhos e marido* Mas na minha opinião é um absurdo !!
    Não basta ser pai tem que participar

  22. debora comentou:

    eu sei BEM o que é isso, tenho uma de 1 ano e um de 4, me deixam doida!!! E nem tanho MARIAS para me ajudar, tudo ALONE todo dia santo e todo santo dia!!! Tem dias que quero tomar chá de pirlimpimpim e virar abóbora!!! Na boa AMO INCONDICIONALMENTE meus filhos mas não vejo a hora deles crescem e terem suas próprias vidas… e vou acabar passando de mãe a avó, sogra… ai vida!!! E não acaba nunca…..

  23. Elaine Cunha comentou:

    Gente, cansei da canseira da Adriana.
    Deprimi também. Que sufoco!

    Ainda bem que os pais hoje já colaboram mais.

    Até porque é dificil com ajuda, imagina sem?

    beijos,
    Elaine

  24. Candida Nolasco comentou:

    Oi! Amei seu texto.. me identifiquei demais com ele… Fico dias sem dormir direito, passo o dia todo trabalhando (pelo menos 9hs por dia). Tem dias que me sinto esgotada, sem paciencia e emocionalmente abalada. Mas amo meus filhos e sou maezona… Boa sorte para vc e seus filhotes!

    beijoss,
    Cândida

  25. Fernanda Reali comentou:

    Adoro os textos da Dri e não vejo a hora de conhecê-la pessoalmente. e identifiquei demais, pois tive Guga quando Helena fazia 1 ano e 5 meses. Foi planejado, mas extremamente desgastante. Sem parentes na cidade, Guga com inúmeras crises alérgicas, sempre doente, noites inteiras sem dormir por cerca de 9 meses. Depois de tratamentos específicos, melhorou e aí fora “só “noites mal-dormidas por + 2 anos. Desde que fez 3, tudo melhorou e hoje adoro que tenham tao pouca diferença de idade, pois se divertem juntos e são muito companheiros.
    Um grande beijo

  26. Simone Scharamm comentou:

    Oi, Lidi,
    Quantos posts bacanas que eu perdi!
    Eu já tinha lido o texto da Adriana. Não sei porque não consegui comentar.
    Eu admiro quem consegue administrar esse “caos maravilhoso” que deve ser cuidar de 2, 3 crianças…digo maravilhoso, porque amo crianças de paixão, mas que deve ser difícil…nossa!
    Eu não passei por isso, já que as minhas duas filhas têm diferença de 14 anos entre elas…as pessoas me diziam que eu era louca de começar tudo de novo, após tanto tempo…sei que foi a melhor decisão que eu já tomei!
    Parabéns à Adriana, mãe guerreira, que ama seus filhinhos e consegue em meio à baguncinha, manter o bom-humor!
    Beijos!
    Ótimo fds!

  27. Carolina comentou:

    Fiquei sem palavras pra vc, tiro meu chapéu! Sou uma mãe de primeira viagem meu bebe tem 2 meses e meio e fazem 2 meses e meio q não sei o q e dormir. Entrei no Google e digitei desesperada sem dormir a procura de algum tipo de conforto mas na verdade acabei ficando com o coração mais apertado depois do seu depoimento, três menina deve ser mto difícil. Meu maior problema e q sou sozinha, quer dizer eu e o marido mas vc bem sabe q isso e quase q dizer sozinha Ne. Moro no canada e toda minha família esta no Brasil, na verdade não tenho absolutamente ninguém aqui, nem um amigo, parente nada. Nem ajuda da pra contratar pq não conheço ninguém. Não condôo em quem não conheci ou q pelo menos alguém indicado por alguém. Enfim estou numa luta 24 h 7 dias por semana, já estou me sentindo doente, depressiva, tenho vontade de chorar, de correr… Precisava mto desabafar, mas o marido não me entende e Rb ajuda mto pouco. Enfim… Obrigada pelo seu depoimento vou me agarrar nele e na Fe q td vai melhorar.

    1. Adriana comentou:

      Carolina, essa fase mais difícil vai passar rápido.
      Não tenha medo de impor uma certa disciplina para o bebê mesmo tão novinho. Procure colocá-lo sempre para dormir direto no berço…evite “ninar”. No começo será difícil, mas sepois de alguns dias e por muitos anos você vai pensar que fez a coisa certa.
      Boa sorte!
      Se precisar de alguma dica, pode me escrever: avsantrj@gmail.com.

      beijos

  28. raffa comentou:

    me senti na sua pele rsrrs tenho uma princesinha a Ingrid de 1 ano e 3 meses ( eh mesversario dela hj rsrs ) levaaaaaaaaaada , chamamos ela de Felícia de tão quietinha que ela é rsrs,acorda as 6:00 toma banho, escova os dentes tento dar cafe da manha e escova os dentes, sobe em tudo, se joga de cima do sofa, empurra o berço pelo quarto até bota´lo em baixo da janela ( que fik 24 hs trancada ) tento fazer almoço, ela tira todas as panelas do armario, joga todos os brinquedo pela varanda essa semana ela jogou o soquete de amassar alho ( detalhe que moramos no 2º andar.Faz birra aff da vontade de chorar neh rsrsr e assim vai ate umas 22:30 ou 00:00.
    Daí por volta de umas 2:30 4:00 ela vem pra nossa cama e toma-le pézada rsrr. e as 6:00 o dia recomeça rsrsrrs.
    Mas quando ela me faz um carinho ou da aquele sorriso maravilhoso esqueço de tudo e me sinto a mae mais feliz do mundo srsrrs

    Ser mãe é literalmente padecer no paraiso rsrrsrs

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  31. Ivana comentou:

    Imagino sue suplicio, pois eu tenho uma só, tenho babá, tenho um marido que ajuda relativamente, e ainda assim às vezes tenho vontade de ir pra outro planete e voltar quando tudo estiver mais calmo. Hoje foi um dia assim. Funcionária faltou, minha filha acordou na marra pra ir à escola, chorou, chorou, chorou, banhei também na marra, vesti a gatinha na marra, tomei café super mal, e alevei pra escola. Ô vida louca….

    1. Lidiane Vasconcelos comentou:

      Oi, Ivana!
      Bem vinda ao Bicha Fêmea!

      Beijos,
      Lidi

  32. erli alves de oliveira comentou:

    Cara colega Bicha Fêmea Adriana.
    Sou avó de dois: uma menina de sete anos e um menino de um ano e meio, dos quais tomo conta. A mãe, minha filha é como o “Marco”: dorme e descansa. A diferença é que tenho 61 anos e meio e há dia em que caio extenuada no sofá com os “deveres de casa”, as “mamadeiras”, as fraldas de cocô e xixi, “os brinquedos espalhados pela casa”, o telefone que toca nos momentos mais desesperados, as noites mal dormida ou “não dormidas” pelo chôro do menor, os horários dos transportes escolares, as “pesquisas escolares” que auxilio a maior fazer, a rotina médica, etc, etc, etc. Pergunto: até quando?. Criei três…trabalhando. Se por um lado recebo críticas de o por quê fazer isso, por outro lado gostaria que houvesse, mesmo, a “ilha da fantasia”, para que a interessada “curtisse” primeiro o que é “ser mãe”. hoje.
    Abraços.

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