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Por que será que queremos ser sempre heroínas?

Li um post escrito pela Fernanda, do blog Devaneios Domésticos, e achei interessante porque mostra o relato do que aconteceu com ela, que levava uma vida acelerada (como a da imensa maioria das mulheres) e não parava sequer para prestar atenção no que estava acontecendo com o corpo dela.O ritmo de vida de Fernanda hoje em dia é outro, por escolha dela, porque felizmente foi possível ela dar espaço ao que era prioridade na sua vida.

Fabiana, que edita o Ideias, Detalhes & Dicas, refletiu sobre o que leu, questionou aqui no Bicha Fêmea e no Twitter (me segue aí!! – @bichafemea):

“…porque será que queremos ser sempre as heróinas?”

A pergunta deu “pano para manga”, pelo menos para mim, porque me pus a pensar na pergunta de Fabiana, e respondi:

Boa pergunta, Fabiana!

Difícil é não encontrar uma mulher que não tenha tomado para si, em algum momento da vida, esse papel, o de heroína. Eu também estou nesse meio… mas estou tentando me desvencilhar dessa armadilha, ao passo em que muitas vezes passei a questionar minha postura e pensamentos.

Comecei a pensar: se é possível ter uma vida menos acelerada, por que viver o contrário?

Evidentemente, não é possível para muitas mulheres esse tipo de escolha. Também é verdade que há muitas delas que levam uma rotina abarrotada de atividades, e são felizes assim. Mas eu me percebi não sendo, e assumi que outro modelo é que me fazia bem.

Sempre escutei o ditado de que o que é de gosto, é o regalo da vida (é assim?). Portanto, se a forma como se vive, apesar de cansativa, deixa a pessoa feliz, ótimo. Mas se não, e na verdade esse modelo de vida é o causador de exaustão diária, além de reclamações, por que continuar? Eu não continuei…

Nesse momento chego na opinião que tenho para a sua pergunta: eu acredito que a mulher sempre quer ser heroína porque aprendeu como verdade absoluta que para ser respeitada ela tem que “se virar nos 30”, nem que para isso ela leve uma vida no limite do cansaço e sem qualidade de vida alguma.

Qual a vantagem disso tudo mesmo? O que motiva esse tipo de postura? Eis mais alguns questionamentos…

Pois é, bonita! Foi isso aí logo acima que eu respondi para a Fabiana. E depois de dar minha opinião, adivinha qual dúvida veio a minha cabeça? Saber tua opinião sobre o porquê de as mulheres quererem sempre ser as heroínas.

Quer ler mais sobre comportamento no Bicha Fêmea?

Há vida após o casamento?

Organização como blogueira faz alguma diferença?

Você é confiante?

Filho de ecomãe, ecofilho é?

Enteado a vista no casamento. E agora?

43 comentários sobre “Por que será que queremos ser sempre heroínas?”

  1. Milena comentou:

    Acredito que sempre somos as heroínas,desde que o mundo é mundo.Não sei se nos foi imposto,se é natural,sei lá.Mas as mudanças acontecem,há evolucões,mudamos de lugar,mas continuamos ocupando o posto de heroínas.Tem mulheres que tentam fazer tudo,para todos,perfeitamente e se lascam…e sofrem e reclamam.E as que não conseguem sofrem e reclamam porque não conseguem.Acredito que equilibrar as coisas e adotar prioridades faz com que não tenhamos que ser “heroínas” de nada e sim levar a vida de forma menos culpada e fiéis aos nossos planos.
    Bjs,

  2. Sissi comentou:

    Li, esse post me lembrou um que postei dia desses “meu mundo online” em que falo da correria da minha vida e no qual cito você. Hoje, consegui postar de manhã. Alegria! Beijo, gata!

  3. Fernanda comentou:

    Lindona!!! Sobre o questionamento da Fabiana eu também me pus a pensar eu respondi o seguinte: Fabiana, é verdade!!! Heroínas!!! Talvez a criação que tivemos tenha contribuido para o acúmulo de funções e os zilhões de coisas que queremos abraçar com os mesmos dois braçinhos de nossas mães. Talvez também tenham sido as tais feministas com a busca de direitos iguais, AH??? Direitos iguais aonde??? Queremos provar o que pra quem!!! Acho que esta “vida louca, louca vida, vida breve” como já dizia Cazuza é uma constante auto afirmação. É fruto de uma sociedade que impõe, que cobra e que maltrata, para mim o mais difícil da mudança foi me desvincilhar de julgamentos e críticas das próprias mulheres acredita?
    Mããããsss!!!! Como eu não fiz passeata nenhuma, não queimei nenhum Valisére nem De Millus e nem lingerie nenhuma, eu não tô nem aí pras críticas e julgamentos alheios e tô curtindo o meu lar doce lar numa boua!!! rsrsrs
    bjs querida!

  4. Luci comentou:

    Menina, isso é assunto prá um grande trololó, viu? Você não imagina como tenho pensado depois que li o post da Claudinha e o da Fernanda. E aí chegou aqui e vem você com uma pergunta dessa… ai ai ai 🙂
    A mulher não quer ser heroína, ela se torna uma ao conseguir realizar tudo que tem a fazer. Ela gosta de fezer bem feito tudo a que se propõe (não é a toa que a mulher está ocupando lugar em tantas profissões antes masculinas apenas. Ela é exigida muito mais que o homem na vida profissional, em cada momento tem que provar que é capaz e prova e mesmo assim ainda encontramos a desigualdade salarial para mesmo cargo. E a tal da dupla jornada?? Isso já é causa de doença que está sendo estudada, sabia? Pois aí vem o outro lado que ela também quer, a família. E não é fácil ser uma boa mãe, esposa e dona de casa, ah e ser mulher. Ela pode ter empregadas, babá e tal, mas para a coisa funcionar bem depende dela. Tem gente que despreza a mulher que não trabalha fora, que cuida da casa e da família, porque acha que é tudo muito fácil. De fácil não tem nada. Trabalho em casa não acaba NUNCA. Se você procurar tem o que fazer 24h por dia.
    Hoje eu vejo que algumas coisas estão mudando e facilitando um pouco porque os homens vem mudando e alguns já dividem a responsabilidade da casa e da família. Mas isso não é uma obrigação para eles, fazem quando querem e se querem, porque sabem que se não fizer temquem faça. Eu arrumei um que quando chegávamos em casa depois de um dia de trabalho, ele tomava banho e ía ver tv enquanto eu ía fazer o jantar, colocar roupa prá lavar etc etc. Ah mas tem aquelas que nem marido tem em casa né mesmo? ninguém para ajudar, para dividir e aí ela quer ocupar os dois papéis e fica ainda mais difícil pois a mulher não tem o hábito de fugir da briga.
    Outra mudança é que já vejo as mulheres se questionando sobre tudo isso e não apenas se enfiando em tudo sem pensar. Tem que escolher prioridades, tem que aprender a deixar certas coisas prá lá, saber que sentar com os filhos e brincar um pouquinho relaxada é mais importante que a louça suja que está na pia (um exemplo simples, viu?) e o mundo não vai acabar por causa disso. Tem que parar de se preocupar com os outros, o que pensam, o que cobram, e principalmente se cobrar menos. “É preciso saber viver” porque senão a vida vem e te derruba e mostra que você pode parar que a vida não para.
    Outro dia escrevi no meu blog uma frase que mostra bem isso: ” A melhor professora é a vida, mas a que cobra mais caro para ensinar.”
    Eu passei por isso, foi muito difícil e o que foi deixado de lado foi a minha pessoa, e isso me custou muito caro e até hoje pago o preço.
    Melhor parar né? isso aqui já tá grande demais e tem muito pano prá manga 😀
    Espero ter ajudado no trololó

    beijooo

  5. márcia comentou:

    Oi Lidi bom dia!!

    Ser heroína seria pouco , pois aculmulamos funções mesmo sem querer.
    Não basta ser mulher , temos que ser a super-mulher.Além de sermos cobradas por muitos, inconscientemente nos cobramos também , a perfeição em tudo.Eu já me cobrei demais e dei um “stop”, quase pirei, rs, e vi que ser mais que mulher não é bom.Sou mulher e normal, sem aculumos e cobranças na medida do possível.Quando a coisa aperta, eu aperto o “botão mágico” , respiro fundo , paro, depois continuo.Sou uma pessoa melhor hoje, mais serena e segura de mim.
    Beijo de luz no teu coração , paz, e sucesso sempre!!

  6. Nanda comentou:

    Oi Flor…
    Acho que conheci o blog certo, temos muitos pensamentos em comum. Eu também me achava a super mulher, mas tenho aprendido que não é assim..não dá pra carregar tudo nas nossas costas é enxergar isso é bom.
    bjos

  7. Daniela Garlet comentou:

    Ai amigaaaaaaaaaaa
    que bacana!!! como eu amoooo esse blog teu!!!

    vai lá ver a bolsa q eu ganheiii ontem no encontro de blog aqui de floripa!!!

    beijos

  8. Dricca Kastrup comentou:

    Eita trololó arretado !! Vambora !

    Eu penso assim… A minha vó não tinha esse problema ! Era simples o papel da mulher naquele tempo. Era casar, cuidar da casa, do marido, ter filhos e pronto. Daí veio a revolução sexual e a “libertação” da mulher, que gerou esse problemão que a gente tá vivendo agora. Não é mole mesmo não ! Eu sofri por bons anos com essa síndrome de mulher maravilha, mas não esperei o corpo gritar. Entendi antes que tudo bem se não dou conta de ser super, até mesmo porque não sou mesmo, né ? Ninguém é !

    Há seis anos atrás, eu saía de casa de manhã pra trabalhar, emendava na faculdade (que não terminei mais cedo porque fui mãe E me separei aos 22 anos) e chegava em casa depois das 11 da noite. Ficava horas no trânsito, já que morava no Rio de Janeiro. No fim de semana, estudava muiiiiiiiiiiiito, porque achava que meu CR não podia ser menor que 9… De repente me dei conta de que não tava tendo tempo de ser mãe, e entendi que não podia continuar assim. A gente deve dar importância ao que é realmente importante, né não ? Foi então que dei uma virada na vida. Nos mudamos pro interior, larguei a faculdade, tive o 3º filho e, ufa, agora tenho até tempo pra fazer minhas “artes” rsrs. Claro que sofro muita pressão pra terminar a faculdade, mas simplesmente não tenho como fazer isso agora sem abrir mão de participar da vida dos meus filhos, então abstraio a pressão e sigo fazendo o que eu quero e acho importante.

    Entendi, com ajuda de terapia, claaaaaaaaaro (meu terapeuta é simplesmente o máximo!) que, quando a gente aprende a se exigir menos, ganha o bônus de exigir menos do outro também, passa a compreender melhor a humanidade própria e alheia. Gente, alow ! O ser humano não é nem tem que ser perfeito ! A gente tem que se perdoar, tem que relevar !

    Acabei falando muito sobre mim, né ? Massssss é porque eu não quero mais ser heroína naummmmmm ! Prefiro ser feliz 🙂

    Bejocas nas bochechas !

  9. Dricca Kastrup comentou:

    Lidi, até fim um post desse meu comentário aí de cima rsrs

    Vai virar blogagem coletiva kkkkkkkk

    Bjsss

  10. sonia sousa comentou:

    eu acho que tem a ver com menatlidade de que temos sempre de provar alguma coisa a alguém -provar que conseguimos-mas a verdade que nem mesma eu aceito muitas vezes é que´se temos de provar alguma coisa a alguém é a nós mesmas…eu neste momento estou a mudra-sei que falta muito ainda para chegar onde quero…mas tendo a opção comecei a trabalhar bem menos-a entrar mais tarde e sair mais cedo….comecei a ir buscar os meus filhos ao infantário …comecei a sentar-me no chão com eles sem pensar no tanto que há para fazer…e mais e mais -ainda não estou comoq uero ainda sofro por minha causa mesmo -por ser muito stressada …mas hei-de lá chegar-acho que é muito importante escolhermos prioridades na vida…pois ela passa tão rápido -eu não quero ser heroina …quero ser apenas uma pessoa de bem com a vida.
    Obrigado por nos fazeres pensar nestas coisas

  11. rosi costa comentou:

    Lidi

    Confesso que sou contraditória, reclamo da correria, mas sinto falta dela. Sou uma típica heroína: filha, profissional, amiga, mulher e amante. Ajudo sempre que posso, ligo, dô conselhos, me importo com os problemas dos outros, sofro, isso me cansa, mas é o que me move.

    Bjs

  12. Rejane Batista comentou:

    Ai Lidi, como eu gostaria de deixar de ser heroína, a cheia de tarefas e obrigações diárias… como gostaria de diminuir o ritimo e ficar mais tempo em casa cuidando de mim, da casa, das minhas coisas… Ultimamente tenho me sentido muito cansada, e vou tentar achar uma brecha pra isso não se tornar um problema…
    Para mim é mais complicado ainda por trabalhar o dia todo junto com o marido, e chegar em casa cansada e ainda cumprir o papel de dona de casa…
    Isso tem que mudar!

    Não te esqueço não tá flor?

    Bjos da Re.

  13. Fabiana Correia comentou:

    Lidi, flor! Realmente esse é um assunto que dá muito o que falar.
    Tô adorando conhecer as histórias de cada uma e o que podemos aprender com tudo isso!
    Estou numa fase: preciso mudar! sabe?
    Vc me deu um super presente!

    Bjocas!

    Ah, como disse a Dricca, vai virar blogagem coletiva!
    Inclusive já tem um post sobre isso lá no blog!
    Bjs!

  14. Katia Bonfadini comentou:

    Lidi, que discussão interesante! Eu sou super acelerada, ansiosa, impaciente, falo rápido demais, gesticulo muito e ando na rua quase correndo!!!!! Tem dias em que só quero sentar no sofá e ver TV o tempo todo, mas confeso que também gosto dessa agitação do dia a dia. Parece que eu tenho uma energia acumulada que eu preciso colocar pra fora! Minha terapeuta disse que, se de vez em quando a gente não “explodir”, nosso corpo “implode”. Acho que foi por isso que eu tive um ataque de pânico há dois anos. Eu estava com tanta informação na cabeça, preocupações e compromissos, sem dividir minhas angústias com ninguém, e um belo dia, implodi! Tive tremores, suei frio, parecia que eu ia desmaiar. Ainda por cima, tive a sensação física de que alguma coisa tinha que sair do meu corpo, que eu precisva “jogar algo fora”. Foi muito estranho e assustador… espero que nunca mais se repita. Gostei muito da frase da Dricca: “quando a gente aprende a se exigir menos, ganha o bônus de exigir menos do outro também”. Achei interessantíssimo!!!! Sei que exijo muito de mim, que sou muito controladora e gosto de ser independente. Mas às vezes a gente precisa admitir que não dá conta de fazer tudo sozinha, de que precisamos de ajuda e podemos, sim, pedir socorro! Ai, desabafei!!!!! Beijão!

  15. Leticia comentou:

    Eu adorei o post… até comentei lá. Principalmente no meu momento atual de vida, vi que preciso começar a pensar de forma diferente…
    Beijos
    lelê

  16. Patrícia Pirota comentou:

    Eita que o trololó por aqui anda arretado xD [Rá…Falando “que nem” a Lidi!]

    Deixa eu ver…
    Acho que no fundo “nascemos pra carregar bandeira”, como dizia Adélia Prado. Mulher já nasce com a necessidade de cuidar do mundo, vai ver é a atitude materna que já cresce com a gente…
    Sempre fomos heroínas. Desde as esposas que se devotavam a sua santa família, e deixavam a mulher dentro de si em troca de serem boas esposas e boas mães. Até as mulheres de hoje, que muitas vezes sufocam a esposa e a mãe dentro de si para serem a boa mulher e boa profissional.
    Não dá pra negar que os movimentos em prol da emancipação feminina afetaram por demais o comportamento das mulheres que vieram depois deles. É como se fôssemos, hoje, obrigadas a honrar os sutiãs queimados em praça pública tantos anos atrás.
    E assim se vai engolindo o tempo com água, pra ver se consegue-se dar conta de fazer tudoaomesmotempoagora.
    Eu já cansei de tentar ser a Mulher-Maravilha [até porque aquele collant é soooo last week xD]. Aceitei minhas limitações, minhas escolhas. Corro sempre, faço muita coisa, mas sempre o que me dá prazer. E se vou deitar na cama podre de cansada, fico feliz por ter feito o melhor pra mim, por mim, por ter feito o que quis.
    Acho que quanto mais a gente conhece a si mesma, vai ficando mais fácil aceitar que há, sim, uma heroína dentro de nós, mas que, às vezes, ela também precisa de um pouco de sombra e água fresca antes de continuar sua tarefa de salvar o mundo =)

    Eita que essa discussão não termina!
    Ótimo post Lidi. Pra fazer a gente pensar. Se expressar. E compartilhar opinião com as outras heroínas =)

    Beijão procê, Bicha!

  17. Lucia comentou:

    Olá Lidi… este assunto é complicado, e se a gente ficar pensando muito infarta… na casa tudo gira em torno da mulher, neste momento, ando rebelde aqui na minha casa e até o marido fica atrapalhado… era bom mesmo qdo a função era básica: lavar, limpar, cozinhar e cuidar das crias… agora a gente vive se fer…… e tendo que provar que é boa na coisa… complexo né? obrigada pela visita!
    beijocas

  18. Flávia Zocoler comentou:

    Oi Lidi!

    Acho que nos sentimos responsáveis pelo mundo. Culturalmente fomos programadas para sermos assim.

    Somos profissionais, esposas e mães. Dá para não ser heroína desse jeito?

    No fundo gostamos dessa condição, porque é inegável a alegria de ver a casa em ordem, a família feliz e no nosso caso, ainda encontrar tempo para conversar com as amigas da blogosfera.

    Quem quer viver diferente consegue e é igualmente feliz.

    Colocar-se na condição de heroína é uma opção. O importante é não esquecer que não temos super poderes e sair por aí, querendo salvar o mundo e esquecendo de si mesma.

    O que podemos fazer de melhor para o mundo começa com o cuidado e o respeito que devemos ter com nossos limites. Aí está o segredo da Mulher Maravilha!

    Bjsss

  19. Cris Turek comentou:

    Quando a mulher ainda era um macaco fêmea, em pocesso de evolução, ela se juntava a outras para cuidar do grupo e de seus filhos enquanto os machos saiam para caçar.
    Protegiam-se de animais ferozes, juntavam alimentos, mantinham o fogo aceso. Ou seja, já eram heroínas.
    Imagino que para mudarmos nossa postura de heroínas, temos que mudar hábitos de milhões de anos.
    Em que pé está esse processo? É muito pessoal, não é?
    Eu admito que melhorei muito, mas volta e meia tenho recaídas brabas.
    Um abraço para todas.
    Cris Turek

  20. Katia Bonfadini comentou:

    Lidi, vim responder sua pergunta sobre a almofada de canutilhos… sabe que eu não sei o que fazer? Como ela é nova, ainda está bem limpinha… Eu tento não usá-la exposta todos os dias. Deixo-a num cantinho e só a coloco na poltrona quando recebo visitas… Mas não é prática e sempre fico achando que alguma hora um fio vai arrebentar e os canutilhos vão se espalhar pela sala!!!! Beijocas!

  21. Cláudia Ramalho comentou:

    Lidi, que trololó danado de gostoso!
    Adorei o depoimento da Bonfadine e as reflexões da Flávia Zocoler.
    Acho que no fundo nós agimos porque estamos condicioandas a agir como heroínas dessa maneira. O mundo nos exige muito.
    Quando eu engravidei trabalhei ainda dobrado para que ninguém pensasse que eu estava usando a gravidez como desculpa para ficar preguiçosa.
    Parece que vivemos pedindo desculpas por nossas fraquezas e querendo superá-las.
    O fato de sermos descritas como o sexo frágil cria um estigma que para muitas é ruim. Eu não preciso de ninugém para me dar suporte, mas posso precisar de ajuda eventualmente. Isso não me torna menos mulher, menos capaz.
    É complicado… O que estamos fazendo aqui é uma verdadeira terapia de grupo.

    Isso é ótimo!
    BJks

  22. Cibele comentou:

    Nossa Lidi, cheguei aqui num vuco vuco, confesso que estou precisando me policiar sempre quero fazer mil coisas ao mesmo tempo, e isso não esta me fazendo bem, queria muito ter mais tempo para cuidar na minha casa o meu filho e se pensar bem ele esta crescendo, e estou perdendo muita coisa…….ao mesmo tempo fico na dúvido pois acho que vou sentir falta….

    beijo beijo

  23. Márcia comentou:

    As meninas disseram tudo sobre esta vida de mulher independente !!! EU só me pergunto por que a pessoa que inventou esta independência não estipulou que cada mulher teria um empregado para serví-la ??? Resolveria bastante coisa !!! rsrs
    Beijim

  24. Graça comentou:

    Já foi dito muita coisa…
    Mas eu sempre considerei que mulher nenhuma, assim como ser humano nenhum gosta das coisas impostas, e portanto, algumas mulheres não são heroínas porque gostam, mas por imposição mesmo!!!
    E sobre essas imposições tb já se falou acima: condicionamento social, sentimento de culpa se não consegue fazer tudo que lhe ‘exigem’, e tantos são outros fatores que coitadinho do nosso amigo FREUD, acho que nem ele explicaria tamanha confusão que estão fazendo com os ‘atuais papéis’ da mulher após o movimento feminista… Deus meu!!!
    Daria um tratado de psicologia esse seu post, minha amiga!
    Amei falar um pouquinho de tudo aquilo q penso a respeito… obrigada.

  25. Reyel Angel comentou:

    Cabe mais um comentário aí?
    A mulher tende a querer ser sempre uma heroína porque se sente inferior e quer provar que tem potencial. Contudo o caminho não é por aí. A mulher não tem que provar nada a ninguém, muito menos se sentir inferior, a mulher tem que ser aquilo que é, simplesmente ser mulher, nada mais, porque ser mulher é tudo de bom.
    Bjo na alma!

  26. Raquel Machado comentou:

    Oie…pois é sabe ser HEROÍNA tem suas desvantagens…acho que toda mulher banca a heroína sabe…emt trabalhar, estudar, cuidar da casa, dos filhos, do marido, cuidar de si mesma…é complicado talvez isso tenha começado por causa das nossas queridas feministas quando dizia que mulher tem direitos iguais aos homens so que dai as mulheres não largou os direitos dela e ficou com os dois…conclusão se abarrotou de coisas para fazer. Concordo completamente com vocÊ quando vocÊ disse que temos que ver se isso VALE A PENA!!!Eu tento bancar a heroína quase sempre sou estressada por natureza…já tive que tomar remédio anti stress porque me saiam bolinhas por todo o corpo…pensa…hoje ainda sou estressada mas sei quando o bicho começa a pegar e é hora de parar e pensar porque a saúde da gente não vale por nada isso eu garanto…Bjks

  27. Luma comentou:

    Lidi, gosta de pensar né? Também! Só que tem horas me dá uma preguiça… sabe que, como heroínas as mulheres se livraram da figura ‘sofredora’ do passado. E eu prefiro assim.

    Essa questão “Mãe sofre!” é um saco! O que dizer dos filhos que achavam e alguns até acham que, mãe não pode ter vida sexual? Porque antigamente as mulheres davam desculpas quaisquer para não fazer sexo? Algumas até se sentiam ‘aliviadas’ quando o homem tinha uma amante, afinal, ela não precisaria ter que fingir que estava gostando.

    Lógico que não eram todas assim, mas cá comigo, minha bisa bem contava das mucamas ‘necessárias’ à época da escravatura.

    Não sei qual é o contexto da postagem da Fernanda, mas enfim, a mulher tão dona do seu nariz, acaba no final, tendo que dar satisfação para os outros das multi tarefas que realizou. Porém, hoje, ela se dá ao direito, por ser participativa social e econômica, de dizer ao seu companheiro “Hoje não estou a fim de sexo, porque trabalhei muito”.

    Enfim, a dor de cabeça se tornou real, porém o universo feminino, se tornou mais sincero!

    Beijus,

  28. Silvana - Interior Adentro comentou:

    Oi Lidi!

    Nossa, mas essa discussão tá pegando fogo menina!!

    Eu acho que nós mulheres lucramos e perdemos com a emancipação.

    Hoje os papéis na educação dos filhos não estão mais definidos como antes, o que fez criar pelo menos umas 3 gerações de jovens e afins que não conheceram limites.

    Antes era tudo mais fácil: o papel da mulher era educar os filhos e cuidar da casa e do marido – simples assim! Com a emancipação criamos um monstro, mesmo sem querer: hoje os filhos estão à deriva, e quem já deu aulas sabe bem do que estou falando: crianças e adolescentes mal educados, pais superprotetores..

    Veio uma geração imensa de de egoístas.

    Além do que a mulher tem sido abandonada com filhos, o que antes era raro e hj é praxe. Nas classes mais baixas principalmente. Isso ajuda a amunetar a violência, pois a mulher tem que trabalhar e com quem ficam os filhos??

    A discussão mereceria muitas horas e muitos dias. Mereceria ser desmembrada em tópicos, para ssim darmos melhor nossa opinião sobre cada tema.

    Eu, que hoje trabalho com comercio e tenho muito contato com mulheres e mães, sei da frustração dessa geração. Uma frustração que vi em minha mãe e minhas avós…

    Beijoooo

    Ah, vc perguntou qual é a raça do Tutu: ele é um gato HIMALAIO. Nasceu no RS, os pais nasceram na Argentina, tem pedigree e foi campeão brasileiro duas vezes, acredita??

    E creio que o Garfield foi inspirado no gato Persa, que é muito parecido com o himalaio. Não existe himalaio com a pelagem do Garfield, rajado com amarelo.

    Porém não existem persas de olhos azuis, esse é o deferencial maior entre persas e himalaios.

    O meu é um himalaio red point blue eyes. Red point pq as extremidades da pelagem são quase vermelhas (orelhas, rabo, face e patas).

    Red point é o mais raro dos himalaios. Tenho um grande tesouro em casa…hahahaha

    Ele pesa 7 kg, bem grandinho…rs

    Beijooo

  29. Ganhar Dinheiro comentou:

    Puxa, que discussão acalorada….. Mas eu só quero dizer que admiro muito as mulheres que fazem tanto e na maioria das vezes não recebem o reconhecimento que merecem. Eu sempre elogio minha esposa por tudo que ela faz por nossa família.

    Beijos!

    Dani Edson

  30. Elaine Barnes comentou:

    Desde a emancipação feminina a própria mulher exigiu de si mesma, vestir vários papéis. Tornou-se mais exigente com o “outro” porque exige muito mais de si mesma. Um agde amiga minha acaba de fazer seu blog e fala sobre o feminino. Se puder, gostaria que a visitasse, trabalha bastante essas questões. Voc~e vai gostar
    “A força e a beleza de ser mulher”
    http://geisamachado.blogspot.com/ Te agradeço muito se tiver um tempinho tá bom amiga! bjão

  31. Márcia comentou:

    Oi Lidi…
    Pois é… assunto trololótico mesmo…rsrsrsrs…
    Desde muito cedo minha vida é assim…correria, pouco tempo pra mim…começei trabalhar muito cedo, estudo, depois casamento, filho e tudo continuou igual…separação, criar filho sozinha e tudo continuou igual… casamento de novo, sair do meu país e tudo continuou igual, com a diferença que me foi acrescentado mais dois trabalhos, completando três horários e tudo continua igual… nunca me vi como heroina e a falta de tempo não me deixa pensar muito em mim…hora de pensar né não? Muito bom o assunto e me fez refletir.
    Bjs e linda semana pra você
    Marcia

  32. Patricia Mascarenhas comentou:

    Lidi, comentei la no blog da Dricca e vim dar o meu pitaco aqui tambem!
    Sabe que desde que me casei e fui morar no Chile, nao terminei a faculdade e nao trabalhei, porque optai por apoiar o meu marido em sua carreira. Mas estando la, eu nunca me senti pressionada por causa disso, ja que 70% das mulheres casadas, mesmo com curso universitario, optaram por nao trabalhar. Claro que algumas simplesmente nao tiveram opcao e estao no mercado de trabalho para ajudar no orcamento familiar.
    Aqui na India tambem, depois de casadas quase nao trabalham, mas isso ja e’ por uma questao cultural forte (muitas vezes as sogras nao deixam que trabalhem, acredita???).
    Mas ai chego no Brasil e me deprimo, com a cobranca que recebo das minhas irmas, amigas, primas, tias (todas mulheres). Acham um absurdo eu nao ter renda propria! Ai tenho que explicar que optei por abrir mao da minha carreira pela do meu marido, que nos sustenta, e tenho renda sim!!! Afinal de contas o que e’ dele e’ meu e nunca precisei pedir pra comprar um sofa novo, ou um tapete ou o que eu quiser.
    Nao tem preco estar presente na educacao e desenvolvimento dos meus filhos e se um dia resolver encarar o mercado la fora, vai ser por uma realizacao pessoal minha e nao para satisfazer a opiniao alheia quando eu vou de ferias para o Brasil.

    Adoro seu trololo! Beijinhos e tudo de bom!

  33. GEISA MACHADO comentou:

    Queremos ser heroínas pra competir com os homens, pra ser iguais a eles! Pra mostrar pra eles que somos auto suficientes e não precisamos deles. É por isso que queremos sempre ser heroínas. Isso acontece pq ficamos subjugadas a eles por muito tempo e tememos que isto volte a acontecer. Enquanto não repensarmos o nosso feminino e mudarmos esta nossa atitude, ficaremos desiquilibradas físicamente, psiquicamente e emocionalmente.
    Bjussss

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  36. como ganhar dinheiro comentou:

    Encontrei este post por acaso.

    Gostei. Bem interessante

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