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Sexy and City Paulista

Por Nana – Manga com Pimenta

Quando a Lidiane me convidou para escrever especialmente no Bicha Fêmea, não sabia o que falar. Comida é algo que amo fazer, mas aqui era um canto de bicha e fêmea por sinal. Logo eu queria falar assunto de calcinha e deixar a comida para o meu blog. Assistindo Sexy and City, aonde Sarah Jessica Parker estava perdida em Paris, por causa de um amor e sentindo saudades de New York, me deu um estalo de escrever sobre a New York latina, São Paulo:

Sexy and City Paulista

thumbs.dreamstime.com Tá bom, tá bom, eu sou uma mulher casada e muito bem, obrigada!
Mas nascer e viver em uma cidade como São Paulo, não é nada fácil ser mulher. Sinceramente, esse ritmo alienado de uma cidade que não dorme, destrói qualquer mulher nos tempos de hoje. 

Você aprende quando criança que precisa estudar, quando chega aos seus 11 anos, aprende que tem que ser bonita e com 17 anos, você aprende que precisa passar no vestibular e depois procurar um emprego rápido, para poder pagar as contas. Só que ninguém entende, com seus vinte anos, a única coisa que passa na sua cabeça que você quer namorar.

Não, São Paulo não entende nada disso, na verdade não é problema dela, é um problema seu! É uma luta de titãs, sai por ai beijando e no final descobre que aquele carinha não era o seu príncipe encantando.
Um dia você se toca que príncipe encantado não existe e que sapo é muito nojento para ter um relacionamento. O que sobrou? O ogro!

Sim, se é para ser feliz, procure um ogro e seja a princesa Fiona. O importante é, você continuará sendo princesa depois de uma grande história de amor. Logo vem o casamento, a casa e as contas. O chefe chato que não te deixa em paz e que adora sugar a sua energia positiva. A noite precisamos ser Amélia e pedir colaboração masculina para cuidar da casa, roupa, comida e separar quem vai pagar o que. A cidade te desgasta, o que tudo começou como história de amor, se transforma em pesadelo: transar só com hora marcada, você perde todo dia horas da sua vida no trânsito, chega em casa um bagaço, o marido com cara de bumbum mal lavado, as contas acumulando, o trabalho te consumindo, reclamação de ambas as partes com a vida fora do casamento e blá blá blá a mais.

Você começa achar que São Paulo, a cidade que não dorme e muitas vezes berra no seu ouvido com as buzinas na rua, não é mais o seu lugar. Começa a pensar como seria a sua vida longe dali, em cidades ou estados que você visitou antes de casar. Pensa na natureza de Natal, sonha com o sossego da Bahia, a vida boa do Rio de Janeiro, as delícias de Minas Gerais e o carinho de Porto Alegre.

Quando você menos percebe, o seu casamento está indo por água abaixo. Você aprende que precisa ser sexy, mesmo sem o tempo que a cidade te rouba e não deixar a tua maior conquista de lado, já que homem no mercado está difícil. Começa a pesquisar novas técnicas e outras coisas para que a chama da paixão não se apague. Procura outros cantos, outras cidades para encontrar aquela magia que ficou anos atrás quando vocês se conheceram. Quando o sossego reina na sua alma em pleno Campos de Jordão e o amor está no ar, você sente saudades da cidade louca, do trânsito caótico, do ar solitário e das pessoas mal educadas. Querendo ou não, a cidade de São Paulo é cheia de surpresas e quando você menos imagina a sua vida tomou outro rumo.

Resumo da ópera, São Paulo tem as suas pedras frias e ao mesmo a sua beleza, já que aqui encontramos de tudo. O grande desafio é: viver uma vida saudavel, ter um casamento ativo e ainda por cima curtir tudo que a cidade te oferece sem pagar um preço alto. O que eu posso te dizer querida cidade, eu te odeio e ao mesmo tempo amo você.

23 comentários sobre “Sexy and City Paulista”

  1. Patrícia Pirota comentou:

    Eu amei o texto!!! Uma fluidez tão gostosa de ler! E ainda mais sobre a cidade pela qual sou apaixonada…
    Parabéns, Nana! Por ter nos dado uma visão tão pessoal e ao mesmo tempo tão enriquecedora.
    E não pude deixar de lembrar de “Sampa”, do Caetano, enquanto ia lendo o texto…

    Mais uma vez a Bicha Fêmea Convidada arrasando!

    Lidi!
    ‘Brigada pela visita!
    E sabe que é bom saber que temos algo em comum? xD
    Acho que a gente sempre tem que racionalizar sobre as coisas, e tirar delas liçoes pra vida. Do contrário, seríamos apenas levados pela correnteza…
    Bjão procê!

  2. Lidiane Vasconcelos comentou:

    É mesmo, Patrícia. Eu não havia pensado por essa ótica. Acordar, e viver, chorar e sorrir, sem nem mesmo pensar a respeito dessas sensações, dá mesmo a impressão que a pessoa está sendo levada vida afora, como numa correnteza de um rio. Há que se parar um pouco e pensar no propósito e lições disso tudo.

    Beijos.

  3. Nana comentou:

    eeee Obrigada gente!
    Hoje estou naqueles dias que a cidade está roubando todo o meu tempo, fala sério!
    Querida obrigada por me chamar, adorei participar, mesmo na correria.

    Patricia, hahaha que legal você lembrar da música!

    Bjss Meninas

  4. Grazy comentou:

    Gente! Esse texto está perfeito para a minha vida! Só com um detalhe: não estou em Sampa e sim no Rio! rsrs
    Amei o texto! Parabéns! Bjs!

  5. Fatima comentou:

    Oi Lidi!
    E ai achou o post lá em casa?
    O texto da Nana é muito bom. Como hoje moro no interior, as vezes sinto tanta falta desta agitação.
    Bjs.

  6. Keka comentou:

    Nana e sua cabeça que não pára!!!
    muito bom seu texto amiga!
    só tem um detalhe: pq a idéia de ligar o Rio à vida boa???

    Lidi, tô na maior dívida com você!
    Me perdoa, amiga!
    Fui inventar de fazer festa p/ o Caio no play…preciso nem continuar explicando, né?
    Mas ó, tô desenvolvendo… devagar, mas estou!
    beijos nôceixxx duaxxxx.

  7. Fabiana comentou:

    É isso mesmo! Parecia que estava lendo a minha rotina diária…..rs
    Bjs

  8. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Imagina, Nana. Eu é quem tenho que agradecer sua disponibilidade para escrever no Bicha. Viu? As meninas estão curtindo teu texto…

    😀

    Beijos!

    Oi, Fátima!
    Achei sim, e inclusive fiz um comentário nele. 😉
    Não viu? 😮

    Imagina, Keka!
    Oh! Não esquenta a cabeça com isso não, hein?
    Pode desenvolver no seu tempo, bonita. 😉
    Beijos

  9. Dolly comentou:

    Essa Nana é mesmo incrível…eu acrescentaria em todo esse discurso que o drama, desencontros, frustrações apresentados se resumem numa só cosia, falta de liberdade! Queríamos ser livree desde pequenas; tomar banho não em horários definidos por mamã,,estudar e amar mas é impossível porque o amor nos arrebata sempre, nos desconcentra..ai chegamos a idade adulta, carregadas de encargos nas costas e sobram responsabilidades mas a pior delas é manter a chama,,,caracas, manter a chama quando dois desejos não acontecem no mesmo ; o homem segundo pesquisas, pensa em sexo 70% de seus dias…tem horas que queremos e êles estão exauridos mas temos que entender..ai é a hora deles..~ELES QUEREM, p.m..mas hoje tivemos um dia de rã…pulando de lá e de cá…e fazer amor, ou sexo? não queremos ser objetos, queremos ser a diva, o objeto que os transporta ao espaço, QUREMOS ALGO MAIS que deixe o sabor doce de quero mais, mas como???? ai, quantas vezes, quietinhas, em nosso recolhimento, ansiamos pela liberdade de ser…ah como seria bom! filhos, nossas riquezas, mas como nos desgatam, como nos anulam por muitos anos…maridos? meu Deus, cadê aquele amor que nos arrebatava? perdeu o colorido??? não não…era tão somente porque não dividíamos o mesmo teto, porque não dividíamos contas, encargos…dividíamos só os momentos a êle dedicados!!!! Onde entra São paulo em tudo isso? isso é um drama universal? NÃO, não é!!!! pessoas que não moram em megalópoles conseguem ter a vida mais simples, equacionam mais o tempo e nos dá a entender que ali o dia tem 48 hs…é questão de escolha: para viver com qualidade mesmo na cidade grande temos que abdicar de convencionalismos…a grana não dá para pagar empregada? faça o básico, convoque a família e divida tarefas…o serviço te está sobrecarregando demais? calma, êle nesse espaço é o mais importante, cuide dele com amor porque o desemprego taí e tem 10 querendo tua vaga..e o que fazer com o marido e obrigações conjugais? simples, arrume alguém para ficar com os filhos e tire, pelo menos dois finais de semana ao mês e suma da cidade com êle…é a única maneira de renovar o afeto, o sexo, de poder gritar, trepar no lustre, embaixo da cama ou onde a imaginação permitir e quando retornarem, tudo estará como antes mas o amor recarregado…o apetite sexual saciado e com boas recordações e muita ânsia para que chegue logo o proximo momento de amor…Nos intervalos???ahahaha use de criatividade..banho a dois..sexo no chuveiro é prazeiroso e relaxante…Aí você descobrirá que tua vida poderá ser gloriosa em NY ou Sampa, na China ou no Alasca e que, o mais importante é fazer cada coisa em seu devido tempo!!!
    beijos ás duas Bichas que são feras!
    Bicha Vó

  10. Rosi Costa comentou:

    Oi meninas
    Cheguei pra conferir o que a NANA aprontou.
    E não foi que a danada acertou?! Delícia de texto. Espelho da minha rotina.
    Acreditam que descobri que a NANA é minha vizinha?!!!!!!!!! Que mundinho, heim? Demorô (como dizem os paulistas) para a gente se conhecer de verdade!
    Deus, como está difícil viver em Sampa e mais difícil ainda é ser amiga, profissional, dona de casa, irmã, filha, mulher, amante e blogueia. UFA! Isso porque ainda não sou mãe, imaginam como ficarei louca.

    Lidiane
    Vc como sempre escolhe a dedo as convidadas e acerta na mosca.
    A propósito: fiz contato com a Flávia de Sorocaba, convidada da semana anterior. Ela é gente finíssima e está me ajudando com um projeto que estou envolvida. Obrigada por nos apresentar.
    Lá no meu mundinho também tem a participação de amigas através de uma entrevista. Gostaria de conhecer e divulgar um pouquinho de vc. É possível? Manda seu e-mail para mim que te explico melhor.
    Bjs

  11. Rose comentou:

    Oiiies…que texto supimpa…Parabéns Nana, adorei…parece que escrever pra você é…tão simples assim…me divirto com seus textos…rsrs
    Acabei de ler o final ou melhor o meio da sua história lá no Manga…hihihihi…Bjinhus pra vocês!!!

  12. Lúcia comentou:

    Pois é… é tudo verdade, em maior ou menor escala a gente passa por isso em outras cidades também. Bjins

  13. Fla comentou:

    Bom, nessas horas eu dou graças a Deus por morar em Sorocaba, uma cidade que o máximo de trânsito que eu pego são 15 minutos em horário de pico, por trabalhar 800 mts da minha casa e poder percorrer a cidade toda em 30 minutos de cabo a rabo.

    E quanto ao casamento, ah, eu sempre acho que cada casamento é de um jeito né não? Na minha família eu tenho exemplos de fracasso mas tenho casos onde o amor sempre prevaleceu. Cadum Cadum né?! A gente tem que se virar para dar conta de tudo é verdade, mas o amor é sempre mais forte e a gente sempre consegue dar uma renovada no casamento. Desiste não colega…rs.

    Adorei teu texto e eu adoro teu blog também.

    Ah, e eu adoro SP, pra ir, passear e voltar correndo para a Castelinho até chegar “na minha” Sorocaba…rs.

    Lidiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii oieeeeeeeeeee.

    Beijão
    Fla

  14. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Oi, Rosi!
    Nossa! O Bicha Fêmea Convidada fez render até uma parceria no campo profissional de Fla e teu? Que massa!

    Entrevista? Eita!! Beleza! Eu topo sim…
    O meu e-mail é o que está no blog, ó: bichafemea@gmail.com

    Beijos!

    Oiiiii, Fla!!! 😀

  15. Ana comentou:

    Amei!
    Mas a cidade te engole seja ela qual for, na verdade é a cobrança da sociedade atual que faz isto.
    Veja minha casa quando pequena tinha um banheiro, já que todos podiam tomar banho em horários diferentes. Hoje todos saem de casa no mesmo horário, logo mais banheiros, mais aréa construida, maior o IPTU, maior a conta de água. Como uma pessoa sozinha paga isto.
    Eu brincava na rua, hoje meus filhos vão para academia de natação, tênis ou qualquer outra coisa para não ficar na frente da tv. Mas custa!!!
    E as despesas tem que ser divididas.
    Depois de planilhas…
    mercados…
    everes de casa dos meninos…
    e o tempo…
    e o casamento…
    Tem que ficar esperta!!!!

    Bjs, Ana
    http://utilnecessario.blogspot.com/

  16. Raissa comentou:

    Bem pessoal e super interessante, ainda não conheci São Paulo, mas pretendo.
    Gostei do seu post, acho que tem tudo a ver o que vc disse, essa história do principe, do sapo e do ogro, resumindo: a vida não é mesmo um conto de fadas, mas será que não é melhor assim? A gente vive da forma que nos cabe, quem garante que uma vida numa pacata cidadezinha, com vestidos e cavalos vai nos fazer feliz? Talvez seja mais emocionante viver num apartamento, decorado do jeito que vc gosta, com um carro que aguente o rojão e um homem que te pegue de jeito! (hihihi)

  17. Mag comentou:

    Oi Gurias
    que texto gostoso
    Nana vc andou espiando minha corrida diária??? hihihi
    O pior é que estamos no piloto automático e nem percebemos que isso acontece todos os dias…

    Acho que essa é a realidade de todas nós independente de onde moramos…

    beijos!

  18. Luma comentou:

    Eu amo São Paulo!! E às vezes mato a saudade! Eu vivia essa loucura, até que escolhi viver sem trânsito e poluição!! Mas independente do lugar onde você vive, você não pode continuar a se cobrar e a ter multiplas funções, porém continuamos a fazer isso! Mulher é bicho esquisito mesmo! 😉 Adorei o texto, enxerguei as minhas fases de querer ser a melhor filha, melhor aluna, melhor esposa, melhor mãe…até delegar poderes. Beijus

  19. Luma comentou:

    oooooooooops! Esqueci das obrigações! Estas eu não consegui delegar 😛

  20. Veronica Cobas comentou:

    Caras Nana e Lidiane,

    Nada diferente do que experimentamos em todas as metrópoles. OK! O trânsito em São Paulo é mais caótico e intenso que aqui no Rio, mas ainda assim estressante o suficiente para nos fazer pensar e refletir sobre o que conseguimos ser no tempo e na vida que nos sobra. Tenho um pensamento frequente sobre o quanto dá trabalho amar. Exige um esforço quase hercúleo diante dos pequenos entraves da vida cotidiana. É preciso conquistar a Ásia, a Oceania e mais 24 territórios. Ainda assim é bom demais. E porque é bom, é porque inunda de bem nossas veias e artérias, permanece valendo à pena, valendo o esforço, valendo a compreensão e reflexão sobre vida e qualidade.
    Gostei muito do texto, Nana. bjss. Veronica

  21. Fatinha comentou:

    Ahh adorei o texto!!!
    Falamos sobre isso ontem ne?
    bjao

  22. Nana comentou:

    Meninas, li cada palavra escrita no comentários, amei!
    Adorei que o texto fez grande sucesso e eu juro que tento levar a minha vida mais light, mesmo São Paulo não permitindo.
    Obrigada, um beijo para todas e vamos ser felizes para vivermos bem.
    bjs

  23. yvone comentou:

    Entendo perfeitamente o que você quer dizer com esse texto sobre São Paulo.
    Nasci em São Paulo, meus primeiros anos de vida, morei na Pompéia quando o bairro ainda só tinha casinhas medianas, um bairro como outro qualquer, Paulo, sem interpretações, please, minha infância foi pobre, mas foi original. Minha memória é muito confusa. Quando eu lembro o que, esqueço o quando; quando me lembro quem esqueço onde.

    Mas São Paulo é uma cidade selvagem e intrigante. Há quem a ame e a odeie. Com cerca de 19 milhões de habitantes e grande parte, não paulistanos.

    São Paulo é sempre surpreendente. Um grupo de meia dúzia de paulistanos significa um italiano, um japonês, um baiano, um chinês, um curitibano e um alemão. (…)

    Na verdade, o grande fascínio de São Paulo é parecer-se com muitas cidades ao mesmo tempo e, por isso mesmo, não se parecer com nenhuma. São Paulo, entre muitas outras parecenças, se parece com Paris no Largo do Arouche, Salvador na Estação do Brás, Tóquio na Liberdade, Roma ao lado do Teatro Municipal, Munique em Santo Amaro, Lisboa no Pari, com o Soho londrino na Vila Madalena e com a pernambucana Olinda na Freguesia do Ó.

    São Paulo é um somatório de qualidades e defeitos, alegrias e tristezas, festejos e tragédias – Tem hotéis de luxo, como o Fasano, mas também tem gente dormindo embaixo das pontes. Tem o deslumbrante pôr-do-sol do Alto de Pinheiros e a exuberante vegetação da Cantareira, mas também tem o ar mais poluído do país.

    Fico pensando, afinal, qual é o fascínio dessa cidade para todos nós, que moramos aqui, se cada dia tem uma enchente, cada dia tem uma chacina, cada dia tem uma bala perdida, cada dia tem milhares e milhares de assaltos…

    Uma cidade em obras permanentes. Desculpem o transtorno, mas estamos construindo uma cidade melhor. Até quando?

    É intrigante, e de certa forma triste, morar numa cidade em jamais encontramos por acaso um amigo de infância, por exemplo.

    São Paulo proporciona esta privacidade, esta independência, esta distância, esta discrição, esta frieza, a mesma que alegram muitos por não terem de cruzar ex-desafetos, ex-credores e ex-namorados.

    Alguma coisa acontece no meu coração quando eu cruzo a cidade em muitas das suas esquinas.
    Adorei seu olhar para a cidade e o paralelo que fez com a sua vida. Vida de cidadã e mulher.

    É fácil não, mas isso acontece em qualquer lugar independente do seu tamanho né!

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