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O papel da mulher na sociedade moderna…

blogspot.joebluhm.com Qual o papel da mulher na sociedade moderna? Vixe! Esta é uma pergunta de difícil resposta… demais até. A única certeza que me acomete é de que certamente NÃO é o de super-heroína. Não é mesmo. Aliás, por que será que as mulheres teimam em se comportar como tal?

Penso que a mulher que assume esse papel e tenta (mas não consegue, é óbvio!) carregar o mundo nas costas para provar “o quê não sei para quem”, está caindo na armadilha do “papel da mulher moderna”, cujo aparente glamour está no clichê já batido e presente no mantra feminino “nãotenhotempoparanadaminhavidaé muitocorrida”. É este um papel honrado e foi o desejado nas lutas feministas? Tenho cá minhas dúvidas…

images-3.redbubble.net Acredito que o maior legado das tantas reinvidicações que houve ao longo da história das lutas femininas, foi o de trazer a tona a verdade que considero absoluta e incontestável: somos seres humanos com os mesmos direitos dos homens, que são criaturas iguais a nós. Ponto. E porque somos sujeitos de direitos iguais aos homens, temos nossa liberdade de escolha sobre o que queremos fazer de nossas vidas, e essas escolhas não nos faz melhor nem pior do que qualquer um.

Seremos mais importantes se quisermos tentar equilibrar uma carreira profissional de sucesso + casamento + filhos? A mulher que faz essa escolha tem um papel mais nobre? NÃO!

Por outro lado, há mais honra na mulher que resolve (quando lhe é possível escolher) dedicar-se pessoalmente a criação dos filhos + gestão do lar + dedicar-se ao esposo? Claro que NÃO!

Então, papel importante mesmo é o daquela mulher que abdica de formar uma família para viver exclusivamente em função de produzir algo para toda a sociedade? MUITO MENOS!

wwwdelivery.superstock.com Entendo que o melhor papel que a mulher possa desenvolver é o que ela acredita que seja o mais adequado ás suas realizações pessoais, sem sucumbir a qualquer imposição que seja. E que esse papel somente será honrado se ela assumir a responsabilidade de garantir que ninguém vai diminuí-la sob qualquer justificativa. Uma mulher que age assim, guiada por esta conduta, é a mulher que exercita no dia-a-dia o direito de ser senhora de si. Essa sim é que é uma mulher forte e que certamente honra o legado das lutas feministas, e vai transmitir ás tantas meninas das gerações seguintes o orgulho de ser mulher, e de cumprir o seu verdadeiro e mais honrado papel.

 

 

Para refletir mais sobre a condição feminina na sociedade…

Hoje é dia de receber flores. É?

Mulherzinha? Eu?

Mulher é um “bicho danado”. Se não, vejamos…

Uma revolução que não precisa de sutiã queimado.

Das mulherese balzaquianas…

32 comentários sobre “O papel da mulher na sociedade moderna…”

  1. Nana comentou:

    Nossa, você me ajudou amiga com essa sua postagem, do que falarei no Bicha!
    Bjsss

  2. Claudia Medeiros comentou:

    Gostei muito do seu texto. Eu sempre gostei dos assuntos: casinha, comidinha etc e agora está até na moda, mas já fui criticada porque deveria ser uma mulher moderna, que não faz nada disso. Gente, quanta bobagem, né? O importante é ser feliz com suas escolhas e principalmente, ser respeitada por elas.

    Beijos

  3. Fatima comentou:

    Oi flor!
    Sobre seu texto, minha opinião:

    “Aceitar-se como ser humano cheio de limites e fraquezas é acima de tudo, sinal de equilibrio, paz consigo mesmo e felicidade”.

    Pe. Fábio de Mello

    Bjs.

  4. Lenyssa Nunes comentou:

    Mas é óbvio que você deve voltar. Muito, sempre!

    Beijo e brigada pela visita, adorei!

  5. Grazy comentou:

    Oi Lidiane! Adorei o post! Bjs!

  6. Isabela Kastrup comentou:

    Lidi, que máximo esse post, hein? Acho mesmo que o importante na vida é ter realização e ser livre para fazer as escolhas e assumi-las sem medo.
    Super beijo,
    Isa

  7. Lúcia comentou:

    Pois é amiga, falou e disse. Temos que começar nos valorizando e fazendo o mesmo com as escolhas das amigas. Nesse mundo machista temos que nos unir para podermos fazer nossas escolhas sem sermos julgadas. Os tempos são outros só na teoria, na prática sempre tem alguém querendo dizer o que seria melhor. O melhor é ter liberdade, é ter opções. Bjoooo

  8. Raissa comentou:

    O que vc falou é verdade, mas eu acredito numa coisa: não é que as mulheres gostem dessa vida corrida que elas estão vivendo atualmente e nem que elas procurem por isso, é que na maioria das vezes não tem outra pessoa, que ela jugue de sua confiança, para ajudá-la no que quer que seja e fazer as coisas do jeitinho que ela deseja, então ela acaba fazendo tudo sozinha mesmo e sendo tão independente que por vezes até de carinho ela acha que não precisa mais.

    Penso também que as mulheres fazem as coisas da melhor maneira possível, quero dizer, elas são perfeccionistas, querem que tudo seja organizado da maneira correta, quando se trata do seu lar doce lar, ou que seus filhos sejam educados da melhor forma possível, para que mais adiante ela sinta – e saiba – que não falhou.

    E então essas duas coisas acabam se batendo de frente, se torna um conflito difícil de resolver, apesar de que eu sei, ou pelo menos acho/penso/acredito que seja que é porque o homem é bem egoísta.
    É claro que não se trata de todos, pois regras sempre tem suas exceções, mas os homens ainda são muito machistas e não lavam sequer um prato, ou cuidam um pouco dos filhos, ou arrumam a casa e pensam nesses detalhes que nós, mulheres, tendemos a pensar. Uma sociedade moderna, e digna, seria pegar as coisas boas que homens e mulheres sabem e podem fazer, com as particularidades da mulher e as particularidades do homem, e assim seremos felizes para sempre! =)

  9. Raissa comentou:

    Ah, cheirinho de lavanda antes de dormir é realmente sem-palavras, que bom que vc gostou do post 😉

  10. Wlady comentou:

    Oi Lidi!
    arrasou no post!
    Sou profissional+dona de casa+esposa+mãe e sou feliz! Não quero ser pefeita em nada (como não consigo, não vou ficar brigando, enxugando gelo! – hehehe)
    Acho que seja qual for o papel que escolher o importante é fazer da melhor forma que lhe possível, não como gostaria, assim será feliz!
    bjk

  11. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Ih, Nana! Atirei no que vi e acertei do no que não vi?
    Ótimo!
    Blogosfera é isso: uma ideia leva a/puxa a outra, não é?
    Beijos

    Verdade, Claudia. É uma bobagem sem tamanho quererem que as mulheres se encaixem neste ou naquele papel, que cumpra esta ou aquela função. É uma bobagem sem tamanho. Humpf! 🙁
    Beijos

    É isso aí, Fátima. Auto-conhecimento é fundamental para a gente ser feliz, não é?

    Beijos

  12. Rose comentou:

    Arrasou Lidiane, essa é uma questão que vai gerar muita polêmica sempre…hihihihihi…

    Bem eu começei a minha vida ao contrário…tive filhos muito nova tive que amadurecer da noite pro dia (acho até que me sai bem) sou do tipo mãezona mesmo…depois deles criados e já na escola ai sim voltei a estudar fiz facul, pós em química e agora to fazendo em biologia…mas nunca deixei de lado o meu lado mulher, mãe e dona de casa zelosa kkkk…quando resolvi voltar a estudar no principio era só de brincadeira…vou fazer graduação para ter um diploma e uma profissão pra quando me perguntarem eu poder dizer sou fulana de tal formada em….mas depois com o passar do tempo vi que isso não fazia diferença na minha personalidade, na minha pessoa… e os outros não iam gostar mais de mim ou não por causa de um diploma…e então hoje gosto de ser a Rose formada em….mas além disso sou a mãe da Patty, a mãe do Jr e a mulher do Tadeu…e isso digo hoje com muito orgulho…

    Bjinhus serelepes e saltitantes pra vocês…

  13. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Obrigada por sua receptividade, Lenyssa!
    Beijos

    Oi, Grazy!
    Obrigada!
    Beijos

    Verdade, Isabela. Mas acho que o que faz mesmo as pessoas terem medo de assumirem as escolhas é o excesso de cobrança e o preconceito quando não se escolhe o que se acha ser socialmente mais glamouroso. É “uó” isso tudo, e não é fácil resistir. Não é mesmo!
    Beijos

  14. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Lúcia, acho que você disse algo muito importante: temos (nós mulheres) de nos apoiarmos mutuamente nas escolhas que fazemos, sem nos julgarmos umas as outras. Assim é que seremos fortes e faremos valer os direitos que temos. Quando nos cobramos umas as outras em função do que dizem ser mais glamouroso socialmente para a gente, o que ganhamos é o nosso enfraquecimento.

    Beijos

    Concordo contigo em partes, Raissa. Concordo que as mulheres não gostam dessa vida, porque reclamam bastante disso tudo. E também acho que elas não procuram esse “vuco-vuco”. Mas sabe o que percebo muitas vezes? É que apesar de não gostarem e reclamarem, algumas ostentam essa vida corrida como se isso fizessem delas mulheres mais ativas e interessantes do que as que optaram por aliviar a correria. E mantêm um discurso preconceituoso contra as mulheres que não correm como elas, e fazem isso porque ficou “chic” ser moderna e correr feito uma louca de lá para cá, sem nem perceber a vida passando. Há algo errado entre um tipo de mulher e outro? Não. O erro está em um grupo querer ser melhor em detrimento do outro. Humpf! 🙁

    Ah! Que muitos homens são machistas (ainda) concordo sim. Raro achar um homem bacana com uma cabeça legal. Dou graças a Deus por ter achado uma raridade dessas…

    Beijos!!!!!!

    Oi, Wlady!
    É isso aí! Façamos nossas escolhas e seremos felizes, sem maiores cobranças ou julgamentos, não é?
    Beijos!

  15. Ruby Fernandes comentou:

    Amiga, sabe que já fui (as vezes ainda sou) muito criticada por gostar de ser Amélia? (no bom sentido, é claro). Minhas amigas daqui de Brasília acham um absurdo eu gostar de costurar, bordar e pintar no meu tempo livre. Sou feliz assim, e não quero nem saber se alguém acha que sou boba. Uma vez uma conhecida me disse eu eu era boazinha demais, e que homem não gosta de mulher boazinha, vê se pode. Esse assunto rende né?
    Quanto ao tapete do quarto do filhão, foi ele quem escolheu sim. Bjokas flor.

  16. Yvone comentou:

    Lidiane minha querida
    Tu sabes mais ou menos o tanto que acho tudo muito rápido e o quanto desse caminho já percorri.

    O que eu ainda vejo por ai ainda nos dias de hoje, é que apesar das lutas pela igualdade ou opções de formar ou não uma família, o que mais
    encontra-se na internet são páginas e mais páginas sobre questionamentos, as conquistas das mulheres ao longo dos séculos – votar, trabalhar fora de casa, sexo casual, maternidade depois dos 30 e por ai vai.

    Entretanto o maior sucesso na área de discussões nas revistas e blogs femininos são temas, para não dizer reclamações, sobre a dificuldade para encontrar o “príncipe encantado!!!!!”.

    O causo é que apesar de tantas mudanças no mundo, alguns homens ainda vivem como se só eles trabalhassem fora.
    Dividem a vida com uma mulher que também rala o dia todo, mas ainda acham que ajudar dentro de casa não é obrigação deles. Isto é “coisa de mulher”.
    Muitos homens, até por questões culturais, ainda procuram “mães” e não “mulheres”.
    Não é vida a dois que eles querem. Eles querem é a vida de alguém dedicada a eles.

    Viramos super mulheres e continuamos a ganhar menos do que eles!
    E como se não bastasse toda a luta, todo o trololó, a mulherada ainda continua a ser fiscalizada e cobrada (até por elas mesmas) de estar sempre em forma, sem estrias, depilada, sorridente, cheirosa, com as unhas feitas (ufffffffffffffffffff!!!!!!!).
    Ai que saudades da Amélia!

  17. Isabela Kastrup comentou:

    É verdade amiga, concordo com você! Eu mesma já sofri e sofro com o preconceito. Até de algumas pessoas da minha família, acredita? Tem que ter coragem para assumir certas escolhas sim.
    Super beijo,
    Isa

  18. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Oi, Rose!
    Bonito ler sua experiência e a comprovação na pele de que é “furada” se render ao apelo social, do que querem que a gente faça para ser aceita e respeitada. Gostei de ver que você é feliz e muito bem resolvida com as escolhas que fez, e que tem aprendido com ela. Gostei de ver sua serenidade ao descrever essa trajetória.

    Beijos!!!

    Pensando no que você comentou, Ruby, penso que absurdo é achar absurda a escolha alheia somente porque elas não são parecidas com as nossas. E é justamente o que as tuas amigas de Brasília fizeram. “Uó”. Mas é com resistências como a sua e que vão de encontro ao que é “moda/chic/moderno” em termos de comportamento é que esses preconceitos vão sendo quebrados a longo prazo.

    😉

    Beijos!

    É muita cobrança mesmo, Yvone. E como se não bastasse são as próprias mulheres que se boicotam alfinetando-se umas ás outras com cobranças para que todas sejamos iguais. Iguais no modelo que definiram que é o melhor, diga-se de passagem. Acho isso “uó”. Mas também não perco as esperanças e acho que talvez possamos mudar esse quadro a longo prazo. É o que espero, pelo menos.

    Beijos!

  19. Dolly comentou:

    Bem pessoas, vou tentar dar minha opinião..infelizmente não tenho condições físicas de ler tds comentários porque estou ardendo em febre, mas quem consegue ficar longe desse tro-lo-ló todo?
    Do pouco que lí, postado pela Bicha mór, acho que nem se trata de valores. Acredito mesmo que quando começou a revolução feminsita, se assim podemos chamar, a mulher nem pretendia voar tão alto. Ela foi obrigada a pular tantos obstáculos somente pela ânsia em ocupar os espaços que a NOVA SOCIEDADE ia abrindo. Na verdade, ninguém pensava em liberdade; eram os antigos valores sociais que obrigavam a mulher se dedicar somente ao lar! Posso dizer de cátedra porque venho daquele passado, integro a massa revolucionária mas juro, os objetivos eram outros. Ser livre significava independência das amarras que a FORMAÇÃO recebida nos impingia. Significava ter opções de trabalho, estudo e principalmente a de escolher com quem se casar sem pitacos familiares. Eh isso mesmo gente. Tanto é assim, que pouquissimas da minha época cursavam universidade, o chic era entrar nos cursos ” PROFISSIONALIZANTES com uma única cadeira, A DONA DE CASA” 9COLMÉIA, CAI IADE) onde se aprendia a governar uma casa, organização, bordar, cozinhar e a educar filhos! E ERA CHIC demais ter essa formação!
    Ai, pouco a pouco ela começou a se libertar, a lutar para poder trabalhar fora e assim, as primeiras pedradas para que os muros começassem a trincar…Mas quero ressaltar que esse salto se deu, tão somente pela expansão comercial, magazines, shoppings, drugstore, se isntalavam, aos moldes da cultura norte americana e, assim, a mão-de-obra feminina era solicitada para a ocupação dos cargos que se iam criando. Acho entretanto, que nem mesmo nós, daquela época, podiamos imaginar o que aquela ânsia significava… queriamos uma liberdade mas não nos imaginávamos com tantos encargos..acordar, preparar mochilas, café-da-manhã, nesse meio tempo, colocar roupa na máquina, sair feito louca para levar as crianças para escola e depois ao trabalho…Vocês tem uma visão dos dias de hoje, mas conseguem imaginar o que era a vida sem hiper mercados? conseguem imaginar o que é uma cidade sem metro? finais de semana sem shopping centers? ah…a dureza era naquele tempo…faxineiras, mensalistas era só para as que nasciam em berço explendido…nós proletárias tinhamos que alcançar a tão famosa liberdade, uma nova vida, a UNHAS…
    Acho que a maior conquista, ao longo desses anos todos foi mesmo a do poder trabalhar fora e conjugar todas as outras atribuições que já eram atribuidas tão somente às mulheres! Imagine se no passado algum marido ia abrir a ” mala” da escola para ver as lições ahahahah nem pensar..Então, ela conseguir a liberdade de trabalhar, somar a renda com a do parceiro para uma melhor qualidade de vida ( nem todas), conseguir ter seu carro, sua habilitação mas tudo isso não só pelos movimentos feministas mas sim, porque o mundo mudava..com a modernidade que chegava a passos largos, as coisas foram se adequando, era um mundo novo e eramos obrigadas a entrar no novo compasso. A SOCIEDADE COMEÇOU A ACEITAR A MULHER EM SUAS NOVAS OCUPAÇÕES..Imagine se 40 anos atrás alguma mulher ia transar em hotel??? qua qua qua…nem existiam motéis.. a moda eram cinemas em drive-ins, espaço muito grandes, e claro, rolava tudo dentro de um carro…filme ninguém assistia…se olhava em volta e víamos todos os carros com os vidros embaçados!!!!!
    então, nem mesmo se pode dizer de liberdade, opções sexuais, porque eram tantos os casos de moçoilas que casavam grávidas que obviamente a ” liberdade” exisitiu desde sempre”
    concluindo, acho que a única coisa que valeu e que não nominaria abdicação, foi ter a liberdade de largar o companheiro quando o amor chegava ao fim…ela jamais abdicou à familia…porque faz parte do contexto feminino estar junto dos filhos, isso é entranha! é amor visceral, tanto que podemos nos divorciar de diversos maridos mas ninguém se divorcia de filhos!
    Será que me fiz entender????
    bjs Bichá Vó

  20. Fernanda comentou:

    Lidi… o papel da mulher na sociedade é ser mulher… a maioria ta esquecendo disso. Bjo grande!

  21. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Pois é, Isabela!
    Alguém merece? Não, né?! 🙁

    Beijos!!!

    Pára tudo, bicha vó! Antes de mais nada quero agradecer a aula de história e a honra de ter comentários tão ricos como o de hoje.
    Como você está se sentindo agora? A febre abrandou? Espero notícias mais animadoras quanto a isso, hein? Pelamorrrr!!!! 😮

    E, sim. Você se fez entender e explicou nos miúdos, confirmando minha total desconfiança de que o que as mulheres quiseram com o feminismo foi se mostrar para o mundo como merecedoras de direitos de escolhas sobre suas vidas. Isso é ótimo e eu, desta geração, tenho muito que agradecer a vocês daquela geração que brigaram por um lugar ao sol “á unha”.

    Você arrasou com tantas informações esclarecedoras, Dolly!!!!

    Beijos!

    Oi, Fernanda!
    É mesmo! Bem que pode ser isso mesmo, Fernanda. A mulher esquecendo de ser mulher…

    Beijos!

  22. Aline comentou:

    Oi meninas!!
    Li todo o post, mas confesso que não tive paciência de ler todos os comentários…
    Condordo inteiramente com tudo que você falou Lidiane. Só vim aqui para dar um pitaco em um outro assunto que se desencadeou: O homem perfeito, o príncipe!
    A minha opinião é uma só: O outro (nesse caso o marido) só faz com a gente aquilo que NÓs mesmas permitimos que ele faça!
    Eles estão errados? Sim! Porém as mulheres erram em dobro quando permitem serem tratadas assim!

    Beijokss
    Adorei a discussão!

  23. kinha comentou:

    Lidi meniiina! Que tema hein? :o)
    Adoooro!!
    Olha só, eu até gostaria de ler todos os comentários mas infelizmente não disponho de tempo no momento, mas depois volto e leio tudinho 😉
    Minha opinião?
    Bem, é um tanto polêmica, acho eu, pra variar não é?
    O lugar da mulher é onde ela acha e acredita que deve estar, PONTO!
    Dentro ou fora de casa tanto faz, uma mulher por definição é multifuncional…rsssssss, nenhuma mulher consegue ser só empresária, ela está em uma reunião, decidindo, anotando, ouvindo, mas também pensando na nota do filho na escola, no cardápio do almoço, no móvel da casa que a secretária não limpou direito, ou até mesmo em como comprar aquele sofá linnndo que ela viu na loja 😀 😀
    Machismo, feminismo e mais uns tantos ISMOS por aih, não fazem ninguém feliz!
    Que a mulher é sinônimo de contradição todo mundo sabe…rssss…. como assim?
    Simples!
    Forte, suave, mansa, brava, dona-de-casa, empresária…mas acima de tudo é considerada inigualável, nem é pelo dom da vida que Deus lhe concedeu não, mas por ser harmoniosa, zelosa, consiliadora, e por ser tão valiosa assim é que alguns homens simplesmente não suportam a idéia de vê-las disputando espaço com eles no mercado de trabalho. Se ela ganha menos ou mais que ele não importa! Ela se sobressai de qualquer jeito! Bem feito pra eles[:)]
    Pra mim a função da mulher é primordialmente a de ser feliz e doar amor fraterno, incondicional.
    Fomos feitas por Deus com o dom de:
    carregar pesadas pedras nos ombros sem marcá-los com o peso delas, sorrir quando queremos chorar, chorar quando queremos sorrir, ter coragem para enfrentar o mais poderoso inimigo mas porém medrosa pra correr três dias só pq vimos um rato, ou barata..rssss
    Então se temos tanta capacidade, se sabemos que somos tão forte,pq nos deixamos fragilizar dizendo que nos digam onde temos que estar?
    Eu heim!?
    Estamos onde queremos e PONTO!!
    Bom pelo menos assim penso[;)]
    Fuiiiiiiiiiiiiiii!
    bjo

  24. Fla comentou:

    Lidiane, concordo muito com o que você diz.
    Mas sabe que toda vez que tenho que trabalhar até altas horas da madrugada, viro pro meu chefe e digo: “ME DÁ O NOME DA DESGRAÇADA QUE RESOLVEU FAZER CHILIQUE PARA TER DIREITOS IGUAIS AOS DE VOCÊS HOMENS… ME FALA QUEM É, FALA QUE EU ACABO COM ELA”…hehehehehe…

    Beijos
    Fla

  25. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Aline você está certíssima. Concordo com você. Nós é quem determinamos se vamos sofrer ou não na mão de um homem, porque ele faz com a gente aquilo que nós permitimos. Assumir o discurso da busca do homem perfeito e assumir que não temos controle algum de nossas vidas. Será que se não temos um homem legal ao nosso lado e sofremos as consequências disso não temos responsabilidade alguma sobre isso? Difícil, hein?

    Beijos

    Oi, Kinha!
    E isso aí! Concordo contigo que estamos onde queremos. E não há um lugar melhor para a mulher que seja pré-determinado por alguém, muito menos pela sociedade. O lugar da mulher é onde ela se sentir feliz e “danem-se” os pré-julgamentos, não é?

    Beijos!

    …kkkkk… entendi o que quis dizer, Fla!
    Nessas horas a vontade é de esganar as feministas, né? É, o movimento teve toda sorte de consequências, né? 😉

    Beijos

  26. sonia sousa comentou:

    eu acho que o maior erro é querer provar que se consegue ser isto e aquilo e mais nao sei o que…cada qual é igual a si mesma….uma mulher é menos moderna se decidir dedicar-se á familia????? é demasiado egoista por nao abdicar do trabalho em nome do lar..enfim….há sempre um que de critica- ser moderna é ser FELIZ o resto é conto para bébé dormir lol -é a minha modesta opinião….

  27. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Oh, Sonia! Se é modesta a tua opinião eu não sei, mas concordo com ela. 😉

    Beijos!!!

  28. Laély comentou:

    Gente! E a Dolly falou isso tudo, mesmo ardendo em febre?! Imagina, se estivesse boa!…
    Sei que estou chegando atrasada, mas não deixarei de comentar.
    Em primeiro lugar, sem querer ser pedante, acho a pergunta:”Qual o papel da mulher na sociedade moderna” já meio sexista! Daqui a pouco, vamos ter que instituir cotas pra mulher emitir sua opinião!
    A mulher, assim como o homem, tem que saber o seu lugar na sociedade, como um cidadão do mundo! Se cada um fizer sua parte, independente de se dividirem tarefas por gênero, a coisa anda.
    Só darei um exemplinho doméstico:
    Semana passada, “rodei a baiana” lá em casa, ao chegar final da tarde do trabalho, cansada, sem empregada pra ajudar, visita quase chegando pra janta, 4 homens na casa e a cozinha de pernas pro ar! Não é que não estavam trabalhando, pois estavam no quintal, mas custava ajudar dentro de casa primeiro, pra depois sair?! Sendo que, se precisar, eu também vou lá pra fora e pego no pesado, capino, carrego balde de terra…
    Tem homem, que ainda acha, que serviço doméstico ainda é reservado às mulheres!
    Cê não acha que tive motivo pra “soltar os cachorros” e “colocar os pingos nos is”?!

  29. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Claro que teve motivo para rodar a baiana, Laély!
    É bem como você disse mesmo, a mioria dos homens não fazem serviços domésticos por acharem que aquilo não é tarefa masculina. Ainda há muito pela frente…

    Beijos!

  30. vivian comentou:

    vc tocou num assunto que venho debatendo a muito tempo. Acredito que as mulheres nao estao encontrando a sua felicidade pq querem provar para os outros que sao MULHER MARAVILHA. Quando percebi que estava me transformando nesse ser, dei uma parada e pus um ponto. Faço o que me deixa feliz e sou feliz por me fazer feliz. Nao importa se sou uma alta executiva ou uma dona de casa.

  31. Lidiane Vasconcelos comentou:

    Vivian, gostei de ler o seu comentário porque foi cheio de atitude. Não é fácil viver a vida sem ceder ás cobranças da sociedade, mas eu acho que a gente é muito mais feliz se for honesta com a gente mesma.

    Beijos

  32. Roberto da Silva Jr. comentou:

    Lidiane e demais mulheres, considero de grande peso para mim homem, todas as considerações feitas até então sobre o papel que a mulher vem exercendo na sociedade.
    Talvez por ter sido criado por uma família de maioria feminina herdei em minha cultura esse ideal de igualdade também.
    Não a igualdade que leva à libertinagem, que leva a muitas mulheres na sua ânsia pela emancipação a cometer os mesmos erros que os homens cometeram até hoje. Mas a igualdade de direitos na escolha do tipo vida que desejarem levar sem repressões.
    Acredito que em uma sociedade democrática ideal é de suma importância a igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres levando-se em conta a individualidade e as particularidades de cada um.
    O fato não é discriminar diferenças e sim ressaltar as qualidades e competências que cada ser tem no exercício de sua cidadânia.
    Menos egoismo das duas partes e mais interesse em comum de lutar por uma sociedade mais justa e que permita não só a nós como aos nossos filhos poderem desfrutar do direito de serem tudo o que eles puderem ser. O fim, acredito que seja a evolução da própria humanidade como um todo.

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